Independência do Brasil
Dia 7 de setembro de 1822, / Ficou gravado na história, / Quando por intuição elevada, / De Dom Pedro ao proclamar / Com seu gesto de liderança / A Independência do Brasil / Almejando maior segurança / Para o nosso povo varonil! / Projetando para gerações futuras, / Paz, respeito, liberdade e esperança. / A gratidão brasileira, deu-Ihe a coroa, / Passando a ser “Dom Pedro I”, / “O Imperador do Brasil”!
Marielena da C. F. Torrescasana, Bagé, via e-mail
Demolição no Centro
Disse bem o leitor Renato B. de Souza (CP, 5/9) ao se referir ao edifício Galeria XV de Novembro conhecido como “Esqueletão”. Nas primeiras das incontáveis interrupções da obra, surgiu o apelido devido à sua feiura, apontou o leitor. Faço minhas as palavras dele ao comentar sobre o alívio que será quando o fantasma desaparecer do Centro Histórico de Porto Alegre. Acredito que não teremos saudades, pois ficaremos somente com grandiosidades, como o Mercado Público, a Prefeitura Municipal da Capital gaúcha e o Chalé da Praça XV de Novembro. Aproveito para pedir que retirem o estacionamento de carros na frente do Mercado Público para que possamos contemplar como se deveria todos os prédios que adornam parte do Quadrilátero Central do Centro Histórico.
Santiago Lancasterini, Porto Alegre, via e-mail
15 anos de ‘Campereada’
Minhas congratulações pelo aniversário de 15 anos de publicação ininterrupta no Correio do Povo Rural de suas marcantes crônicas de ficção “Campereada”, nesta sua coluna já patrimônio do CP. São meus votos que sua guapa “Campereada”, companheira dominical de tanta gente, se perpetue ainda por décadas entretendo seus leitores espalhados pelos mais variados rincões. Além do valor literário de suas crônicas, a temática regional do Rio Grande do Sul que o inspira alimenta as saudades do pago dos exilados da Pátria Gaúcha.
Lineu Pedroso, Brasília (DF), via e-mail