Insegurança
A insegurança jurídica tomou conta do Brasil. A política foi relegada a segundo plano uma vez que a criminalidade e a impunidade tomaram conta com a soltura de vários condenados, bandidos, milicianos, estelionatários que roubaram, desviaram e enganaram milhares de depositantes de dinheiro em fundos de previdência, de investimentos, da ganância e vaidades exageradas de políticos e autoridades que querem aparecer mais do que os trabalhadores honestos e pais de família. Estes ainda tinham alguma esperança, mas a perderam diante da soltura de um banqueiro e de seus parceiros, demonstrando ao mundo os escândalos que carimbam a insegurança jurídica exposta à sociedade brasileira.
Ramiro Nunes de Almeida Filho, Porto Alegre, via e-mail
Trânsito que mata
É altíssimo o número de acidentes com vítimas fatais no Estado. Na contramão, literalmente, do número de aparelhagens que existem nas rodovias e nas cidades para multar, mas que não estão resolvendo a questão das fatalidades. A educação e a orientação aos condutores seriam uma das soluções para salvar vidas, mas não é o que acontece e, infelizmente, as tragédias tendem a continuar e as multas vão seguir enchendo os cofres públicos.
Edson Mendes, Caxias do Sul, via e-mail
Dinheiro e benesses
Está no jornal que o Congresso Nacional aprovou a doação de dinheiro e benesses em 2026, no meio da campanha eleitoral, o que contraria a legislação eleitoral (CP, 5/11). Na prática, a medida dá poder ao atual governo para efetuar doação de bens, valores e benefícios como cestas básicas, tratores, ambulâncias, a mesma prática do governo anterior. Isso não é o mesmo que a compra de votos?
Armando G. Souza, Porto Alegre, via e-mail