O que fazer para evitar ou amenizar inundações
1- Não temos controle sobre chuvaradas, pois são fenômenos naturais: só resta alertar a população para se proteger e a defesa civil prestar socorro.
2- Falta de vazão nos rios e riachos (falta de desvios laterais nas encostas de morros) o homem tem poder de melhorar, com estudo e ações concretas, que certamente vão amenizar as consequência e diminuirá o sofrimento e o custo público com defesa civil e outros.
Sugestão: Fazer um seminário trazendo os prefeitos das regiões vulneráveis e pessoas que conhecem onde começa inundação local. Primeiro escutar as pessoas que sofrem e enfrentam as tragédias que certamente mostraram os pontos cruciais.
Após escutar o que pode ser feito pelas secretaria de governo que são as responsáveis pela correção: Secretário de logística, Meio Ambiente e Ministério Público. Precisamos de soluções concretas: Estudar a possibilidade de fazer alteração nos curso d’água, profundidade, largura e represas de contenção? Na maioria das audiências públicas só se escuta o que foi feito para salvamento e quase nada para evitar que aconteça novamente. Temos que fazer correções e prevenções.
Resumindo: a solução não é fazer diques altos, mas sim dar espaço para a água passar, como o governador aprendeu nos países baixos, mas não colocou na prática, o melhor exemplo é o Projeto do arroio dilúvio que tinha entre 5 a 10 metros de largura sinuoso e passou a ter 15 metros no início e 25 na foz e acabando com inundações periférica e com desassoreamento periódico. Cada região tem suas peculiaridades a serem estudadas.
Carlos Humberto Furlan, Porto Alegre
Sobre o volume de água do rio Taquari
Quando uma tragédia vira negligência.
Edinara Patzlaff, natural de Carlos Barbosa, residente de Porto Alegre