Do Leitor

Jogo de empurra e a felicidade.

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Jogo de empurra

Dia 13/3, por volta da 19h, passei na praça de pedágio de Gravataí. Foi me cobrado pedágio com reboque. Como não uso reboque, estacionei e fui à cabine do pedágio. Fui orientado a fazer contato na segunda-feira. Realizei o contato e fui atendido por mais de dez atendentes. Cada contato levou de 20 a 50 minutos para atender sem solução. Um me encaminhou para um site que deu no aeroporto. Por fim, um me deu outro site que me pediu para fazer boletim de ocorrência policial, documentos pessoais e do veículo e mais um extenso rol de documentos. Gravei um contato que me dizia que minha ligação era a primeira da lista, mas levou 52 minutos para me dizer que aquele número era só para emergência. Ora que emergência! Estamos sendo cobrados a maior e sem devolução a não ser se submeter-se a uma romaria de exigências.
Itamar Silva, Porto Alegre, via e-mail

A felicidade

Felicidade, qual ser humano que não quer ser feliz? Arrisco-me a dizer que a felicidade talvez seja um dos sentimentos mais cobiçados entre as pessoas. Há quem diga que felicidade não existe. Há quem diga que felicidade só acontece em alguns momentos. Mas há também quem diga que felicidade é um sentimento que se instala permanentemente ao fundo, na vida da gente. Muitas pessoas perguntam: como alguém pode ser feliz? Qual seria a receita para alcançar a felicidade? A verdade é que não existe uma fórmula pronta. E isso porque não há uma receita única capaz de servir a todos. O ser humano não é uma máquina na qual se insere um programa que funciona da mesma maneira em todos os sistemas. Cada ser humano é único em sua sensibilidade e subjetividade. Por isso, o caminho é cada um buscar dentro de si os ingredientes para ser feliz.
Beatriz Breves, Rio de Janeiro (RJ), via e-mail