Do Leitor

La Niña tardia, rastro de destruição, fuga dos artistas

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais

La Niña tardia

Ao que tudo indica, diz a Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera dos EUA, NOAA, o fenômeno La Niña está de volta, um começo tardio, pois começa a se manifestar normalmente no inverno ou no início da primavera, informa a meteorologista da MetSul Estael Sias. Os primeiros impactos do fenômeno já começam a ser sentidos no Rio Grande do Sul. Antes chuva em excesso e agora a inclemência da seca. No Estado, lavouras nas regiões Noroeste, na Fronteira-Oeste e no Centro já estão sendo afetadas pelo clima. Ao que parece, não teremos mais a tranquilidade que tínhamos antes. As temperaturas estão aumentando e transformando o tempo e o vento. O que devemos fazer? Esperar que o tempo melhore?
José Ronaldo S. de Lima, Porto Alegre, via e-mail

Rastro de destruição

Incêndios destrutivos e sem controle, alimentados por rajadas de vento, continuavam a destruir bairros inteiros em Los Angeles e regiões da Califórnia como Altadena. E a destruição segue arrasando tudo, sem quaisquer escolhas, sendo que mais de duas mil edificações, das quais mansões avaliadas em milhões de dólares foram destruídas e seus habitantes tiveram de procurar abrigo em outras regiões (CP, 10/1) depois de ter enfrentado 20 anos de secas seguidas por dois anos de muita chuva, proporcionando crescimento na vegetação. Por isso, a região ficou repleta de vegetação seca e altamente inflamável depois de oito meses de pouca precipitação. Dá para entender?
Renata Y. da Costa, Porto Alegre, via e-mail

Fuga dos artistas

Agiram certo os artistas e direção do filme "Ainda Estou Aqui", como Fernanda Torres, que foram para locais seguros, longe dos incêndios em Los Angeles. Fernanda havia divulgado uma imagem da cidade e disse que o ar estava "muito ruim". Pessoal, por favor, saiam logo daí!
Aline S. V. Soares, Porto Alegre, via e-mail