Do Leitor

Legado imenso, cultura nativista, desigualdade, privatização e pobreza

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Legado imenso

Luiz Carlos Borges, natural de Santo Ângelo, participou e venceu festivais de música regional como o Musicanto Sul-Americano, no qual atuou como jurado, idealizador e organizador. Sua trajetória solo começou a partir da composição “Tropa de Osso”, premiada na 9ª edição da Canção Nativa de Uruguaiana, em 1979. A partir daí, levou a música regional gaúcha para várias regiões brasileiras, países da América do Sul, Europa, América do Norte e Ásia. Vai deixar uma imensa lacuna, mas também um legado imenso para os seus admiradores.
Mário de Souza P. Lima, Porto Alegre, via e-mail

Cultura nativista

Luiz Carlos Borges, 70 anos, contribuiu muito à cultura nativista deixando um incomensurável legado e somos muitíssimos gratos por tudo que nos proporcionou conhecer e admirar. Envio minhas condolências à família e ao grupo de amigos próximos.
Sandro Almeida, Porto Alegre, via Instagram

Desigualdade

O IBGE divulgou que 107.077 milhões de brasileiros sobreviviam com R$ 17,90 por dia em 2022. O Brasil é muito, muito rico. A desigualdade é resultado não da má distribuição da riqueza, mas da má distribuição dos elementos que formam a riqueza, dentre os quais educação e formação para empreender.
Alexander Soares Luvizetto, Capão da Canoa, via Instagram

Privatização

O tema sobre a concessão da água mostra apenas a deficiência e a incapacidade de nossos gestores para tratarem do patrimônio público. Novos investimentos em redes de abastecimento para os bairros têm mostrado o que a administração pública pode fazer. Essa conversa que a iniciativa privada investe e moderniza não convence mais ninguém. Se é verdade que a administração municipal está bem, cabe a ela transferir investimentos para a água e o saneamento, pois estes são bens preciosos para a sociedade. Nos países desenvolvidos, água e saneamento são monopólios naturais. Como tal, o governo deve cuidar e a coletividade não pode ficar agonizando nas mãos dos mercadores e oportunistas. O Dmae é a instituição mais lucrativa da prefeitura de Porto Alegre.
Marcelino Pogozelski, Porto Alegre, via e-mail 

Pobreza

Concordo com Santiago Lancasterini (CP, 16/5): é preciso minimizar o problema do atendimento às pessoas em situação de rua com atuações todo o ano. Temos que combater a pobreza endêmica.
Roberto T. da Silveira, Porto Alegre, via e-mail