Do Leitor

Lixo espalhado, onde estão os democratas? e corredor da Sertório

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais

Lixo espalhado

Em complemento à nota enviada por Heraldo Quesada (CP, 25/7), quero dizer que o sistema de coleta de resíduos, principalmente recicláveis, é lamentável pela falta de programação e controle de coleta. Tenho contatado o Dmlu para entender qual é, aproximadamente o horário da coleta na minha rua e a resposta que obtenho é “a partir das 8h”. Então, das 8h das quartas-feiras e sábados até o fim do dia, os resíduos recicláveis ficam à mercê dos coletores. Sei que a coleta de resíduos é terceirizada e sempre quis saber quem fiscaliza, quem confere os roteiros, o número de caminhões circulando, o tempo que os resíduos ficam disponíveis nas calçadas para que os interessados se sirvam, e mesmo se os caminhões efetivamente circulam. Ao fim do dia, as ruas estão tomadas de lixo e mesmo que tenhamos cuidado ao separar e embalar os nossos resíduos, sem fiscalização e controle o resultado será o mesmo. Na mesma coluna, o comentário de Abílio S. de Lima me fez pensar como o espaço sob a elevada da Conceição vai ficar com móveis, colchões, galhos, depois que os grandes contêineres transbordarem.
Alba Pereira Maranzana, Porto Alegre, via e-mail

Onde estão os democratas?

A pergunta foi formulada pelo leitor Armando G. Souza (CP, 22/7) ao se referir à coluna de Taline Oppitz (CP, 21/7) indicando um cenário político desfavorável para o presidente Lula faltando 10 dias para o tarifaço de 50% de Donald Trump, prometido para 1° de agosto. Pois, finalmente, na edição de sábado, 26/7, a notícia de que um grupo de senadores do Partido Democrata norte-americano enviou carta ao presidente Trump questionando a tarifa. Os 11 parlamentares, dizia a nota, estavam profundamente preocupados com o claro abuso de poder na ameaça de Trump em “iniciar uma guerra comercial com o Brasil”. Os senadores advertiram que os americanos importam mais de 40 bilhões de dólares do Brasil, por ano, e o comércio entre os dois países sustenta quase 130 mil empregos nos EUA. Esta guerra prejudicaria ambas as economias e aproximaria o Brasil da China. Enfim, agora temos a presença dos democratas americanos nesse imbróglio.
Silvana B. de Souza, Porto Alegre, via e-mail

Corredor da Sertório

Há anos insistimos que o corredor de ônibus da avenida Sertório é um deserto. Somente na hora do pique passa um ou mais ônibus. Por que não liberar a pista fora do pique para automóveis? Os engarrafamentos estão cada vez maiores devido ao volume de carros. Vamos deixar a teimosia de fora e liberar, como em outras avenidas, para facilitar nossas movimentações no trânsito.
Mario A. Pizzutti, Porto Alegre, via e-mail