Do Leitor

Lixo, problemas e soluções, salvar os oceanos, pensão reduzida e aprender a votar

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais

Lixo, problemas e soluções

Porto Alegre está num impasse: as obras de revitalização de um lado e a coleta de lixo de outro. As obras, como todos sabem, causam transtornos ao trânsito, aos moradores e aos comerciantes. A cada mês que passa e as obras não são finalizadas, aumentam os transtornos. Os moradores têm problemas para sair e chegar às suas moradias, os comerciantes têm prejuízos em seus negócios e a população no geral problemas em sua mobilidade. O lixo quando é parcialmente coletado tem como consequência o mau cheiro que invade casas, apartamentos e comércios. Os problemas aumentam e a população espera por soluções, pois paga impostos e quer os problemas resolvidos. É hora de a prefeitura resolver.
João S. F. da Veiga, Porto Alegre, via e-mail

Salvar os oceanos

Confirmada pela Guarda Costeira americana a implosão do submersível Titan seguido da morte dos cinco tripulantes, distante 500 metros do transatlântico Titanic, que afundou ao chocar-se contra um iceberg em 15 de abril de 1912. O que vimos agora foi a construção de um pequeno submarino que levava quatro bilionários para fotografar o Titanic. Lamentavelmente, ocorreu uma enorme implosão e todos perderam a vida. O que o mundo precisa na verdade é de pessoas que nos ajudem a salvar os oceanos utilizando a educação para a sustentabilidade e evitar o descarte dos plásticos que matam nossa biodiversidade e contaminam os oceanos. Para isso, há propostas como a do diretor do filme “Titanic”, James Cameron. Ele disse que, pelo meio ambiente, devemos erguer nossas cabeças e levantar nossas vozes para mudarmos a consciência humana com relação à regeneração do planeta Terra. Devemos trabalhar juntos, não mais nas profundezas, mas sim na superfície dos sete mares.
José Pedro Naisser, Curitiba (PR), via e-mail

Pensão reduzida

STF valida cálculo que reduz a pensão por morte do INSS. Que absurdo, daí uma dona de casa idosa que nunca trabalhou e ela e seu marido dependem da aposentadoria do marido. O marido falece e ela recebe só 50% da aposentadoria do marido. Que país é esse? Querem realmente que os idosos passem necessidades mesmo. 
Tais Fernandes Rocha, Torres, via Instagram

Aprender a votar

Concordo com o leitor Jaime Pacheco Alves (CP 27/6): como iremos mudar o país se não aprendemos a votar? Assembleias estaduais, Câmara e Senado são dominados pelos mesmos grupos. Se o povo não aprender, também não vejo solução em pouco tempo.
Roberto T. da Silveira, Porto Alegre, via e-mail