Do Leitor

Mais deputados, mães, comportamento dos jovens e futebol gaúcho

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais

Mais deputados

A crítica, ao contrário da concordância sem suporte, ajuda a aperfeiçoar entidades e procedimentos de pessoas, quer sejam da área pública ou privada. Muitos preferem, lamentavelmente, a omissão ou, pior, emitir concordância, ainda que entendendo não ser conveniente. Fortalecem a sociedade do medo. Pois bem. Projetos são esquecidos ou com tramitações morosas na Câmara dos Deputados, sem que isentemos o Senado. Contudo, quando se trata de posição os beneficiando, direta ou indiretamente, invejável a rapidez. Em poucos dias, observemos, proposição ampliando de 513 para 531 o quantitativo de parlamentares, aprovado! Aplaudiríamos todos a redução, é exagerado o número atual, jamais aumento! Então, como não criticar? O custo, inobstante as dificuldades do país, nem objeto de preocupação. Resta ao Senado a esperada (será?) corrigenda, rejeitando o projeto.
Jorge Lisbôa Goelzer, Erechim, via e-mail

Mães

Ainda há as mães que confundem potencial biológico com talento. Ou as que usam os filhos para ter vantagens. Ou as que despejam neles suas neuras. Mas há aquelas que criam pessoas melhores para o mundo. Às vezes sozinhas. Um ótimo pai, para chegar a seus pés, deve jogar nas 11 posições em amor, sabedoria, exemplo e sacrifício. Mãe é amor que um dia tem retorno, quando os filhos o praticam ao tornarem-se mães, pais ou outra figura amada que protege e cria crianças.
João Bosco Egas Carlucho, Garibaldi, via e-mail

Comportamento dos jovens

Ultimamente têm ocorrido muitos casos de alunos que agridem professores, brigam entre si, proferem violências, até mesmo com os diretores. O que se passa na cabeça desses jovens? Será que isso tudo não é impulsionado pelo uso excessivo da Internet? Nas redes sociais, é possível ver o que há de mais negativo, como mortes e massacres. Com certeza, passar nove, dez, onze horas na frente do computador ou celular não deve ter boas consequências para a saúde mental da juventude. E os governos ligam para tudo isso? Fazem algo para conter essa onda de violências? Não sei, são tantas as perguntas sem respostas. Penso que se a violência não for dominada, não se sabe por quanto tempo os nossos jovens aguentarão.
Murilo Emanuel Grellert Borges (Etesi), São Lourenço do Sul, via e-mail

Futebol gaúcho

Nossos clubes sempre tiveram plantéis inferiores aos grandes do Rio e São Paulo, pelo poder econômico. O que sempre nos diferenciou foi nossa garra, luta, determinação e vontade. Este espírito contagiava os jogadores brasileiros que vinham de fora do Estado e fazia com que disputássemos em iguais condições, nos superando. Hoje, Grêmio, Inter e até outros menores estão cheios de estrangeiros que não sabem nada de nossas tradições. Alguns somente vêm para, com excelentes salários, melhorar a aposentadoria, sem o empenho e condições físicas para incorporar o espírito gaúcho. Assim continuaremos coadjuvantes.
Jaime Pacheco Alves, Atlântida Sul, via e-mail