Do Leitor

Mais humanidade e afetos, candidatos e promessas e na escuridão

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais

Mais humanidade e afetos

Não há palavras que possam exprimir os nossos sentimentos em relação à violência praticada contra uma gestante e o seu filho aqui em Porto Alegre. Não há desculpas para a autoria deste brutal crime que uma mulher praticou contra outra mulher gestante depois de atraí-la com presentes para o bebê que iria nascer. A realidade nos surpreende, pois ela pode superar por muitas vezes a ficção. Não dá para comparar ou medir. Fica o espanto, o choque e a tristeza dos mais próximos. E, quando ainda estamos sob o efeito desta onda brutal, vem outro episódio trágico, também comentado pelo editorial “Crimes como sinais de alerta” (CP, 17/10) em que uma mãe é suspeita de assassinar as filhas gêmeas de seis anos de idade em Igrejinha. E estávamos ainda sob o impacto de um menino de nove anos, no Paraná, que invadiu um local de abrigo de pequenos animais e matou 23 com requintes de crueldade. Temos de proteger a infância. Sejamos atentos desde a nossa vizinhança, a escola e a comunidade. Precisamos de mais humanidade e de mais afetos.
Mário de Souza P. Lima, Porto Alegre, via e-mail

Candidatos e promessas

Impressionante o volume e as relações de investimentos que alguns candidatos apregoam. Chega a ser cansativo ouvir tanta repetição, sem criatividade, a não ser utopias e promessas irrealizáveis por falta de dinheiro ou por inconstitucionalidade. A impressão é que todos os eleitores são ignorantes, que acabarão sem opções e votarão nos mais mentirosos. Por essas e outras inverdades, os eleitores cansam de ouvir e se desmotivam. O voto é a maior arma do cidadão. Vamos votar, mas conscientemente, pesquisando a história de cada partido e de cada candidato. Vamos votar com sabedoria e sem cabresto.
Ramiro Nunes de Almeida Filho, Porto Alegre, via e-mail

Na escuridão

Procurem pesquisar se quando a Eletropaulo, Cesp e CPFL eram empresas estatais de São Paulo e se a população ficou sem energia por dias sem que providências tenham sido tomadas. Será que naquela época não chovia? As empresas tinham comando e uma missão de levar energia à população.
Rafael Moia Filho, Bauru (SP), via e-mail