Mais tranquilidade
Concordo em gênero, número e grau com o decreto da Prefeitura de Porto Alegre proibindo a comercialização e o consumo de bebidas alcoólicas na orla do Guaíba. Muitos, e acredito que é uma maioria, concordam com a volta da sensação de segurança nos trechos 1, 2 e 3. E até os comerciantes que passam a noite e não vendem bebidas com álcool concordam com o decreto. Não podemos ter controle e bom senso estando alcoolizados. Será que as pessoas não podem só curtir o ambiente, a proximidade com o Guaíba, com seus amigos e suas famílias sem o álcool? Temos uma orla maravilhosa e um pôr do sol único. Por que não aproveitar tudo o que temos sem o acirramento de ânimos que podem se transformar em crimes? Espero que a prefeitura mantenha o decreto, para que tenhamos muita paz. Nós merecemos.
Ana Paula R. González, Porto Alegre, via e-mail
Nada vai mudar
Decreto sobre proibição de vendas no trecho 3 da Orla. Bem claro o decreto proibindo a venda de produtos alcoólicos após a meia-noite. Ok. Não impede de cada um levar o seu produto e consumir no local. O que na verdade não muda em nada, a não ser prejudicar os quiosques regularizados. Mas, enfim, as nossas cabeças pensantes sabem o que fazem.
Nairo Bidina, Porto Alegre, via Instagram
Eleitor
Como vamos mudar o país se não aprendemos a votar? Há muitos anos que as assembleias estaduais, Câmara e Senado Federal são dominados pelos mesmos grupos. Mudam alguns personagens periféricos, mas a maioria é sempre formada pelos mesmos candidatos ou por seus sucessores treinados. Se o povo brasileiro não aprender, definitivamente, a votar, não vejo solução em pouco tempo.
Jaime Pacheco Alves, Atlântida Sul, via e-mail
Empatia e sensibilidade
O Hospital Moinhos de Vento dá chance para os funcionários irem além das funções do dia a dia. Meu filho ficou internado no hospital por três meses fazendo tratamento oncológico. Toda a equipe de médicas, enfermeiras, técnicos(as) de enfermagem, nutricionista, pediatra, psicóloga, dentistas, camareiras foi de uma empatia, de uma sensibilidade indescritível. Essa humanização faz com que o paciente e familiares se sintam acolhidos, seguros e confiantes, prova disto é que meu filho se curou em três meses e o tratamento era de, no mínimo, seis meses. Que mundo ideal seria se todos tivessem a oportunidade de serem tratados dessa forma! Que sirva de exemplo!
Cristiane Debli Brayer da Silva, Pelotas, via Instagram