Do Leitor

Medo da chuva, ‘Dom Pedroso’ e resposta DMLU

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais

Medo da chuva

“Enchente aumenta sintomas de ansiedade e depressão na população gaúcha, mostra estudo.” Quase todas as pessoas que conheço tiveram crises de ansiedade, depressão e tristeza profunda. Inclusive crianças. E, sem exceção, falam que o barulho da chuva, que antes era calmo e tranquilizante, agora traz muito medo.
Denise Daudt Machado, Sapucaia do Sul, via Instagram

‘Dom Pedroso’

Paulo Mendes, recebi de um parente de Porto Alegre uma cópia de seu instigante texto que saiu na sua coluna – Campereada (CP, Rural, 23/6) “Dom Pedroso volta pra casa”. Sua crônica me deixou muito curioso e eu apreciaria poder lhe perguntar algumas coisas: Dom Pedroso é um personagem fictício/imaginário, ou real relacionado à sua história, relações ou uma figura lendária do imaginário popular? Haveria alguma implicação sua na escolha do nome do personagem? Explico-me: em minhas pesquisas histórico-genealógicas no RS e Uruguai, me deparei com um parente ancestral também denominado “Don Pedros(z)o”, sobre o qual estamos aprofundando nossas investigações. Muita coisa tem sido obtida da tradição oral, atribuída ao provável parente. Mas nada temos de documentos ou provas robustas que associem o tal personagem a um dado parente ancestral estudado. O nosso “Don Pedros(z)o”, do RS teria passado para banda oriental do Uruguai, ou transitava nessas duas pátrias. Suspeita-se que teria sido contemporâneo e tido contato com General Netto no Uruguai –- na zona das cabeceiras do rio Arerunguá, Tambores e Piedra Sola. De repente, você poderia ter registros, informações sobre esse Dom Pedroso que lhe serviu de mote para seu artigo e, quem sabe, traria até subsídios às nossas pesquisas. Congratulações por sua coluna no CP e seu blog, que passei a apreciá-los depois de tê-los descobertos!
Lineu Pedroso, Brasília (DF), via e-mail

Resposta DMLU

Em resposta a Patrícia Mendes (CP, 4/7) sobre pilhas no Bota-Espera, a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos, por meio do DMLU, agradece o interesse na limpeza urbana e aproveita para esclarecer que os materiais dispostos nos locais não estão misturados com orgânicos ou com carcaças de animais. Tais resíduos são coletados pelos serviços regulares do DMLU e destinados ao aterro sanitário de Minas do Leão. Já os entulhos recolhidos pela operação de limpeza pós-enchente, transportados para os espaços provisórios, chamados Bota-Espera, são resíduos inertes, classificação II, encaminhados para o aterro específico em Gravataí.
Carlos Alberto Hundertmarker, Diretor-geral do DMLU, Porto Alegre