Mercosul unido
A união entre os países que formam o Mercado Comum do Sul, o conhecido Mercosul, torna-se cada vez mais importante para que nós países da América do Sul não nos tornemos subservientes a potências extraterritoriais como diz o leitor Ángel Mántaras Marquez, de Corrientes, da Argentina (CP, 17/3). Concordo com o leitor quando disse que o Mercosul é caminho inarredável para as nações da América do Sul crescerem juntas e em harmonia. Somente assim nos tornaremos fortes e poderemos realizar os necessários acordos bilaterais de livre comércio.
Adalberto N. Gaspar, Porto Alegre, via e-mail
Sem foco
O país cheio de problemas, com segurança precária, educação de baixíssimo nível, saúde com milhares nas filas, alimentos caríssimos e o circo tá se armando na ilha da fantasia para o julgamento do Capitão e as eleições de 2026. Quem serão os juízes, advogados, onde será o julgamento, etc., passa a ser mais importante que administrar um país cheio de problemas de infraestrutura, estados endividados, cruel concentração de renda, etc., etc. É a inútil guerra ideológica. Como na música, que país é esse? Ou, ainda, país que só é bom para uns acaba não sendo bom para nenhum.
João Macedo, Itaqui, via e-mail
Emendas
Entendo que o objetivo das emendas parlamentares seja atender as necessidades dos municípios de forma mais rápida e mais direta, evitando os trâmites burocráticos nos diversos níveis administrativos. Mas em nenhuma situação que envolva recursos públicos pode haver qualquer dúvida ou processo obscuro, impedindo que o contribuinte tenha acesso a todas as informações necessárias para acompanhar e fiscalizar sua aplicação. Desde a origem da demanda, que deve ser conhecida ou sugerida ou mesmo proposta pela população do município, do nome do deputado que irá apresentá-la para aprovação, do valor do recurso solicitado e, após sua aprovação, as etapas de liberação, os orçamentos e o acompanhamento da obra ou serviço pelos beneficiados até sua conclusão. Entendo que o apadrinhamento suspeito, a não divulgação dos nomes dos deputados ou mesmo a não apresentação de um resultado concreto do uso do recurso são um forte indicativo de desvio ou mau uso do dinheiro público. Com certeza nem o Congresso deve ter o direito de defender qualquer outra forma de ação que não seja a transparência absoluta.
Alba Pereira Maranzana, Porto Alegre, via e-mail
Desinformação
Vivemos dias difíceis em relação à credibilidade das informações que circulam na sociedade. Basta ver o caso das vacinas, contaminado por boatos e por afirmações que põem em xeque essa conquista. Muito dessa disseminação de dados incorretos circula por ferramentas que não passam a confiança necessária, caracterizando as fake news. É importante a checagem das notícias que recebemos, inclusive confirmando com veículos idôneos da área de comunicação.
Nilse Centenaro, Porto Alegre, via e-mail