Meta fiscal x políticos x educação
Acompanho, com preocupação, as discussões políticas em Brasília sobre ficar dentro das metas fiscais, mas sem cortar despesas dos três poderes. Em vez de cortarem fundos partidários e fundos eleitorais e outras emendas, resolveram cortar verbas da saúde, da educação, de benefícios de aposentados e da Farmácia Popular. Na educação, os últimos índices de avaliação em português e matemática mostram que continuamos em último lugar. O Congresso deveria fazer um esforço e votar projetos e leis para melhorar a administração e gestão nos recursos vindos dos impostos. Sem isso, não haverá reforma tributária que resolva a gastança e o desperdício de dinheiro público. O povo vai continuar na miséria, sem emprego qualificado e sem futuro.
Ramiro Nunes de Almeida Filho, Porto Alegre, via e-mail
Educação para o trânsito
Alinhada ao que os leitores Edson Mendes (CP, 10/8) e Roberto André (CP, 14/8) postaram, compartilho que o Código de Trânsito Brasileiro em seu artigo 76 prevê que a educação para o trânsito seja promovida nas escolas, sendo um dos 15 Temas Contemporâneos Transversais (TCT) previstos na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Todas as áreas do conhecimento podem e devem utilizar o trânsito para fomentar seus conteúdos de forma contextualizada e que promova mudança de comportamento. Porém, a conduta social e o exemplo da família seguem sendo determinantes. Façamos nossa parte!
Rosane Uszacki, Porto Alegre, via e-mail
Atropelamentos
Na estação Bom Jesus, no corredor de ônibus da avenida Protásio Alves, tem um semáforo. Ocorre que ambulâncias e veículos oficiais passam naquele trecho com velocidades acima do normal, sem usar sirenes e por conseguinte pelo menos uma vez por mês ocorre um atropelamento. Faço um apelo à EPTC para que pinte, no pavimento das duas faixas, um aviso para motoristas e motoqueiros reduzirem a velocidade. Naquele trecho, é grande o fluxo de pedestres que utilizam aquele ponto para atravessar a avenida.
Heraldo Quesada, Porto Alegre, via e-mail
Três expressões
Lembro-me de alguma de três expressões que caíram em desuso, para alegria dos poderosos. Aqueles que detêm o poder de legislar, de julgar e de decidir sobre nossas vidas. A primeira expressão é persona non grata, que deixou de ser aplicada à proliferação de pessoas dignas de receberem o troféu. Também não tem sido usado o termo “ala podre”, que foi criada por um ex-governador gaúcho. A terceira expressão relaciona-se à economia, “custo & benefício”, que quer dizer que uma instituição só se justifica quando devolve benefícios correspondentes ao seu custo. Já imaginaram se estas expressões pulsassem hoje nas Câmaras, nas Assembleias, no Congresso, nos poderes Judiciário, executivos estaduais e municipais e no poder central?
Sérgio Becker, Porto Alegre, via e-mail