Do Leitor

Morte de Tina Turner, limpeza, lixo nas ruas, precatórios no RS

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais

Morte de Tina Turner

Uma lástima, uma linda trajetória de luta e de vida, que inclui a luta pelo respeito às mulheres que sofrem de violência doméstica. Tina Turner é simplesmente a melhor e permanecerá sempre viva em nossa mente e em nossos corações.
Márcia Andreolio, Porto Alegre, via Instagram

Limpeza

Sábados atrás fui ao Mercado Público dirigindo das proximidades do Iguatemi pelas avenidas Nilo Peçanha, Nilópolis, Neusa Brizola, Protásio Alves, Osvaldo Aranha, Viaduto da Conceição, Alberto Bins, Mauá e, nas cercanias, estacionei. Impressionou-me a limpeza das ruas que pareciam varridas com esmero. Nenhum papelzinho no chão. Apenas vi um fumante jogando fora uma bituca. Caminhando pela João Wallig, limpa como as outras; destoando do antes descrito, numa parada de ônibus jaziam centenas de restos de cigarros. Se houvesse ali um local para esse descarte, acho que o meu orgulho seria completo. Parabéns à Prefeitura! Sinto que estamos mudando para melhor.
Décio Antônio Damin, Porto Alegre, via e-mail

Lixo nas ruas

O trecho 2 da orla do Guaíba, "menina dos olhos do prefeito de Porto Alegre", possui projeto pronto com data de construção para 2025. Enquanto isso, as ruas da cidade necessitam urgente de contêineres para lixo reciclável. Infelizmente, a população coloca todo tipo de lixo nos contêineres próprios para lixo orgânico facilitando para que os catadores revirem tudo, esparramando sacos abertos no entorno ou pelas ruas da cidade. Queremos uma cidade bonita, mas, acima de tudo, limpa e organizada.
Maria Alice Pitta, Porto Alegre, via e-mail

Precatórios no RS

Lá na campanha gaúcha, tão logo tínhamos capacidade de entendimento, todos nós, irmãs e irmãos, fomos ensinados pelos pais a sermos pessoas sérias e comportadas, probas, etc. Que o trabalho e a honradez eram companheiros de vida, pois a palavra dada valia mais que documento. Quem não seguia esses princípios só tinha lugar no grupo dos seus iguais para a prosa e o mate. Quem não pagava suas contas era caloteiro e sua sina era ficar sozinho e desprezado. O Estado gaúcho, infelizmente, deve e não paga os precatórios. Então é o quê? E a pessoa de conduta ilibada ainda disputa com outros a governança de um ente deste porte. É difícil crer.
Francisco Ângelo Oliveira, São Sebastião do Caí, via e-mail