Mudanças climáticas
Neste momento, em que o mundo questiona a situação ambiental, assim como a sobrevivência do próprio planeta, nossos governantes deveriam se preocupar com a questão com toda a responsabilidade, mas, porém, não é o que vemos. Pelo menos em nível local, deveríamos ter um programa de governo, específico e técnico para esta área. Se observarmos, vamos ver as deficiências nas atitudes de conservação e manutenção da cobertura florestal, tratamento, podas, substituição de árvores, cura biológica, enfim. Alguém já profetizou que, quando o homem destruir todas as espécies, ele próprio morrerá de solidão. A despeito de tudo que se sabe e que se fala sobre a saúde do planeta, a humanidade já está sofrendo com as epidemias advindas da degradação ambiental, mas parece que muitos não querem aceitar e certamente a conta vai chegar. Devemos reinventar nosso ecossistema para sobreviver às atrocidades que estamos enfrentando com uma política ambiental realista com todas as adversidades.
Marcelino Pogozelski, Porto Alegre, via e-mail
Questão amazônica
Em boa hora, as Forças Armadas são chamadas a marcar presença na questão amazônica. Pelo tamanho do território envolvido e complexidade das ações necessárias, cremos que somente as Forças Armadas, devidamente credenciadas e pelo seu preparo, estratégias e excelência de seus recursos humanos, têm hoje condições de assumir a elevada missão de proteger uma das maiores riquezas do planeta Terra que é a nossa Floresta Amazônica.
Sebastião Cruz, Passo Fundo, via e-mail
Contas do Estado
Trata-se de uma análise simplista e benevolente com o governador Leite – reeleito alardeando na campanha que o Regime de Recuperação Fiscal, assinado para viger de julho/2022 a dezembro/2030, solucionara a dívida com a União, trazendo equilíbrio às contas públicas – a afirmação de que o acordo funcionou por alguns meses em razão da redução do ICMS sobre a gasolina feita no governo federal passado, gerando perdas de arrecadação aos estados a serem compensadas pelo atual governo federal. As causas da necessária revisão do acordo recém-firmado são as péssimas condições aceitas pelo Estado, o aumento da dívida por falta de pagamento das parcelas ao longo dos governos Sartori/Leite, a inexistência de projetos de desenvolvimento econômico e social, além da venda de ativos públicos lucrativos e rentáveis por preço vil, entre outros.
José Carlos Morsch, Porto Alegre, via e-mail
Pensão das viúvas
No mesmo documento em que o STF aprovou o pagamento da metade do valor da aposentadoria a viúvas(os) de aposentados do INSS, sempre atingindo os de menor ganho, deveria também determinar que impostos e taxas fixas, como IPTU, IPVA, medicamentos, exames médicos, entre outras necessidades dos idosos, também tivessem um desconto de 50%.
Jaime Pacheco Alves, Atlântida Sul, via e-mail