Do Leitor

Mudanças e circulação.

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Mudanças

Segundo Sigmund Freud, quando a dor de não estar vivendo for maior do que o medo da mudança, a pessoa muda. Será? Algumas mudanças simplesmente não podem ser forçadas, treinadas ou planejadas. Elas acontecem quando certas situações nos fazem desenvolver as ferramentas de que precisamos para mudar. Aceitar a mudança pode ser um desafio, mas é uma habilidade valiosa para o bem-estar emocional. Pessoas que não querem mudar resistem por medo do desconhecido, falta de confiança no processo, apego à rotina e insegurança, o que as mantêm na zona de conforto. Outros motivos incluem a sensação de não estarem preparadas para a mudança, a falta de clareza sobre o futuro e a incapacidade de visualizar os benefícios, além da dificuldade de aceitar o desconforto necessário para o crescimento. Mudar não é tão simples: requer paciência, disciplina e, na maioria das vezes, ajuda de um profissional.
Gô Dillenburg, Guaíba, via e-mail

Circulação

A rua Riachuelo, na Capital, é o lugar de duas situações de trânsito inusitadas. A primeira é uma proibição de conversão à direita, na esquina da Borges de Medeiros. Imagino que o objetivo seja o de proteger o pedestre, sem ter que fazer uma alteração de tempo de semáforo. Para desavisados, a proibição é surpreendente e com alto potencial de multa, inclusive porque a placa indicativa pode ficar oculta, atrás de um ônibus ou lotação. A apenas uma quadra dali, na esquina da mesma rua Riachuelo com Marechal Floriano, um prédio antigo, cercado por tapumes, invade a pequena calçada. Há permissão de estacionar até a esquina, praticamente embaixo do semáforo, no que deveria ser uma faixa de pedestres. Os transeuntes se arriscam pelo meio da rua, entre carros e motos, sem qualquer medida de segurança. Tenho certeza de que a nossa engenharia de tráfego pode adotar soluções melhores nos dois casos.
Luis Augusto Fialho de Fialho, Porto Alegre, via e-mail