Mulheres I
A qualificação do ser humano, na nossa modesta visão, não por gênero, sim pela competência, dedicação e seriedade no que faz e nos múltiplos relacionamentos. Indiferentes o grau de escolaridade, condição social ou conta bancária. Qualquer outra distinção invade a área do preconceito. Ninguém tem mérito ou demérito por nascer feminino ou masculino. Inobstante, grupo gigantesco encontrou barreiras para a sua evolução, restringindo-se à importância, sempre reconhecida, no lar como ponto de equilíbrio, extraordinária significação, da família. Suplantou as barreiras, reiteramos, hoje as encontramos nas mais diversas atividades atuando com brilhantismo. Muitas vezes ouvimos que “atrás de um grande homem uma grande mulher”. Colocação equivocada, pois ao lado, não atrás. Conseguiram avançar, não por favor, mas por mérito. Dimensão de trajetórias que até um dia posto no calendário universal: “Dia Internacional da Mulher”. Saudemos a todas, começando pelas nossas mães, esposas, filhas, netas, bisnetas. Vocês, com a sensibilidade incomum e proteção do Grande Criador, estejam sempre na construção de uma sociedade mais fraterna. Estamos juntos. Sejam felizes.
Jorge Lisbôa Goelzer, Erechim, via e-mail
Mulheres II
Mais uma data dedicada às mulheres se aproxima e se pode dizer que, embora haja avanços, ainda há muitas metas para serem alcançadas. O machismo e os preconceitos ainda estão muito presentes no cotidiano das brasileiras, sem esquecer a violência doméstica e os casos de feminicídio. Precisamos tratar de suas demandas, que, em síntese, beneficiam o conjunto da população, como na questão das creches, que precisam ser em número suficiente para melhorar a infraestrutura das famílias.
Ricardo Peres de Almeida Santos, Porto Alegre, via e-mail
Celulares
Os telefones celulares estão dificultando o raciocínio lógico dos nossos jovens. São raros aqueles que conseguem desenvolver uma linha de pensamento com fundamento. As provas do Enem são a prova disso. Lamentável!
Carlos Alberto Garay Cardoso, Porto Alegre, via e-mail
Uruguaiana, 182 anos
Nosso município completou 182 anos de fundação. Uns dizem ser a melhor cidade da Fronteira-Oeste. Passados tantos anos, mais de um século, sofremos um decréscimo populacional nas últimas duas décadas de mais de 10.000 habitantes. Os jovens que têm condições saem para estudar em outras cidades e a maioria não retorna. Outros, cansados da falta de oportunidade de trabalho e as exigências de experiência para contratação por parte do comércio e empresas locais, tomam o rumo da bela e Santa Catarina. Sofremos a falta de médicos e de remédios na Farmácia Popular. Sofremos com a poeira nos bairros no escaldante verão e com a lama no rigoroso inverno. Sofremos a buraqueira das ruas, asfalto "casquinha" e a falta de calçadas. Sofremos falta de água e de energia de qualidade. Enfim, sofremos com a falta de gerenciamento de nosso próprio dinheiro oriundo de impostos. Porém, a Câmara Municipal de Vereadores aprovou recursos para o Carnaval "fora de época", mesmo havendo as leis de incentivo à cultura, tanto em nível estadual como federal. Parece que a politicagem do "pão e circo" é que está de parabéns hoje. E viva o povo de Uruguaiana!
Alice Isabel, Uruguaiana, via e-mail