Do Leitor

Naufrágios, resgates e proteção, pela vida, Ano-Novo e chuva forte

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais

Naufrágios, resgates e proteção

Da recente visita da embaixadora da Boa Vontade do Alto Comissariado da ONU para Refugiados (Acnur), Cate Blanchet, ao Rio Grande do Sul, quando visitou e ouviu pessoas desabrigadas e refugiados que também foram vítimas da inundação histórica de 2024, lembrei-me de um naufrágio que foi capa do Correio do Povo em 2016. O acidente ocorreu na Costa Líbia, no qual morreram cinco, mas foram salvos 500 migrantes pela Marinha italiana e a notícia citava o Acnur. Naquele ano, segundo o Comissariado, mais de 40 mil pessoas chegaram à costa do país e, nas últimas 48 horas daquele dia, 26 de maio, os salvamentos na costa da Líbia chegaram a 5,6 mil em 23 embarcações. Impressionante! O Acnur foi criado em 1950 para reassentar refugiados europeus sem lar após a Segunda Guerra Mundial. A partir de 1967, expandiu-se e passou a proteger e assistir os apátridas em todo o mundo. Esta população de pessoas, sem vínculo formal com qualquer país, é estimada em 10 milhões de pessoas.
Marina T. Gonçalves, Porto Alegre, via e-mail

Pela vida

Você corre pela vida, pela família, por você mesmo. Às vezes parece que você não sai do lugar, que as coisas não mudam, mas elas mudam. E como mudam. Você casou, tem filhos, netos e está envelhecendo. Você vibra com o crescimento dos filhos, suas conquistas, suas vitórias, mas vibra ainda mais com a chegada dos netos, com aprovações no ensino fundamental. Explode de alegria quando um neto consegue ingressar numa universidade e se sente plenamente satisfeito por ver que eles estão bem encaminhados na vida. Você olha para trás e percebe que tudo valeu a pena, que valeu cada sacrifício, cada luta travada, cada disputa por uma vida melhor para sua família. Então você olha para o céu e agradece a Deus, pensando se é, de fato, merecedor de tantas graças alcançadas.
Nolfeu Barbosa, Montenegro, via e-mail

Ano-Novo

O ano de 2024 desatrela seu perfil e recomeça o andar rumo ao ano de 2025. Procura pretextos para seguir viagem. Manobra o leme do luar para encontrar-se com o novo ano e atenuar a treva, que circulou em alguns momentos no nosso Estado, tempos atrás. Nos domínios da esperança, o ano se esvai ao som do lindo Ano-Novo, que chega envolto em fé, esperança e paz. Feliz 2025!
Nety Maria Heleres Carrion, Porto Alegre, via e-mail

Chuva forte

Bastou chover forte novamente para os alagamentos provocarem transtornos. Será que voltaremos a presenciar tudo de novo?
Silvana B. de Souza, Porto Alegre, via e-mail