Navios encalhados
Todos os leitores que escreveram sobre o encalhe dos navios estão certos no que tange à premência de ações para resolver esta situação em que temos de depender do tempo e não de ações diretas, positivas das autoridades. O editorial "Ações contra o encalhe de navios" (CP, 12/11) não poderia ser mais enfático quando diz que a não implementação de medidas necessárias pode levar à paralisação das operações do Polo Petroquímico de Triunfo e causar reflexos negativos na cadeia produtiva do Estado. A importância de uma hidrovia que funcione é enorme, pois nela são transportados produtos como fertilizantes, celulose, madeira entre outros. Não adianta somente as tratativas, as conversas, pois o necessário são as ações. Senhores das decisões importantes deixem de procrastinar, não se distraiam. É muito importante, depois de toda a tragédia que tivemos, que os rios voltem a ser navegáveis e que as linhas férreas sejam recuperadas.
José Roberto J. da Silveira, Porto Alegre, via e-mail
Jornada de trabalho
Respeito todas as posições sobre o movimento por redução da jornada de trabalho e até as contrárias que desejam a continuidade da jornada 6 x 1. No entanto, em um país que continua em desenvolvimento, o que nós precisamos é de mais trabalho para crescer e fazer o país se desenvolver. Vou continuar acompanhando os movimentos e as notícias e esperando que encontrem modelos que proporcionem mais qualidade de vida e mais desenvolvimento. Será que iremos encontrar algo melhor que nos dê mais renda e menos trabalho?
Joaquim D. Soares, Porto Alegre, via e-mail
Feriados
Discordo de Lúcio Machado Borges na carta “Excesso de feriados” (CP, 9/11), pois feriados também geram consumo no comércio e o Brasil tem apresentado melhor índice de empregos e superávit nas matérias dos jornais. Pena que o leitor só veja fakes, da Internet, negativos.
Claudia Franceschini, Porto Alegre, via e-mail
Jurandir Soares
Perfeita a análise especulativa e futurista do mestre em assuntos internacionais Jurandir Soares quanto à guerra da Ucrânia. Putin ganha a área cobiçada e vê levantadas as sanções. Zelensky cede a área, mas concretiza-se o sonho de unir-se à Otan e ver o país crescer sob a sua proteção e os países aliados em vez de mandar recursos para a guerra, mandam para a reconstrução do país. Que essa bola de cristal esteja certa.
Liliane Montagner, São Gabriel, via e-mail