Do Leitor

O celular e campanha do agasalho.

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O celular

Andar de trem diariamente é para mim uma atividade antropológica, pois, ao entrar no vagão e observar as pessoas, podemos encontrar uma diversidade de tipos e comportamentos. Embora a tecnologia tenha conduzido a maioria ao hábito do uso do celular, podemos observar, ainda assim, as inúmeras utilidades dadas para esse companheiro fiel dos dias de hoje. Podemos ver muitas pessoas fascinadas em joguinhos que prendem tanto que já vi uma pessoa passar de sua estação de tão concentrada que estava em seu Tétris. Outros curtem as músicas de sua preferência em suas playlists do Spotify ou aplicativo do gênero. Alguns assistem a seus programas, filmes, novelas e séries, aproveitando as facilidades da tecnologia, ou até mesmo alguma matéria jornalística de interesse, que podemos acompanhar nas letras miúdas. Enfim, são tantas utilidades! Eu, por exemplo, uso o meu para escrever minhas letras de música, minhas poesias, pois, quando a inspiração se achega, não se pode perder a oportunidade, inclusive para escrever um pequeno texto como este. O celular realmente veio para substituir muitas coisas. Muitas vezes, nem o usamos para seu motivo principal, que é ser um telefone.
Paulo Cesar Gonçalves, Guaíba, via e-mail

Campanha do agasalho

No meu ponto de vista, os municípios e os órgãos responsáveis que organizam o recolhimento de roupas, calçados, cobertores e outros para fazer a doação para quem precisa teriam que repensar a data de início da campanha, pois já está fazendo muito frio nos estados do sul do país e, pelo menos aqui na Capital, não se ouve falar em começar a arrecadação. Pois, vejam bem, já há pessoas precisando de doação de roupas. Quando lançarem a campanha, leva no mínimo dois meses de arrecadação. Quando o inverno estiver quase acabando, essas pessoas recém começarão a ter acesso a essas doações. Será que a campanha não tem que começar lá pelo mês de fevereiro ou março?
River Soares Noronha, Porto Alegre, via redes sociais