O verdadeiro golpe
O comércio inclui um pequeno percentual no preço dos produtos para se ressarcir dos produtos que estragam, dos pequenos roubos e dos clientes que, dentro da loja, consomem bebidas ou alimentos. As empresas de energia elétrica cobram dos usuários pagantes o prejuízo causado pelos “gatos”, que proliferam e se espraiam nas favelas cariocas e por todas as vilas do país. Agora, diante do maior golpe da história do Brasil, no qual uma quadrilha instalada no governo Federal roubou mais de R$ 6 bilhões de mais de um 1 milhão de aposentados e pensionistas do INSS, os brasileiros vivenciam uma situação singular. O governo impede a busca de ressarcimento do prejuízo através do Judiciário e promete ressarcir os lesados até o fim do ano. Se o fizer, será com recursos do Orçamento, sinônimo de que a dívida será paga por todos nós. Enquanto isso, os ladrões poderão gozar do produto do roubo já que, passado mês e meio do estouro do escândalo, ninguém foi preso e não se fala em punição. Há mais de um século, Ruy Barbosa (1849-1923) registrou que “de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.”
Sérgio Becker, Porto Alegre, via e-mail
Alagamentos
Concordo com os leitores Alberto W. da Silva e Nadir Nadir Scholes (CP, 24/6). Porém, gostaria de acrescentar, ainda, a falta de consciência de pessoas, empresas que não se empenham no descarte correto do lixo, entulhos, etc. Jogam em vias públicas, na beira de rios e praias, o que contribui para alagamentos e proliferação de ratos e outras pragas. Mais cedo ou mais tarde a Natureza cobra pelo que é feito com ela. Temos que respeitar o meio ambiente e isto começa dentro de nossos lares, ensinando as crianças e pessoas do nosso convívio. Os governantes têm que fazer a sua parte desobstruindo buritis, fazendo campanhas junto à população. Onde moro, tem vários ecopontos que recebem dos moradores locais, materiais como podas, caliças e outros materiais, que são armazenados separadamente. Uma ótima ideia que merece ser seguida.
Rosangela Sperb, Porto Alegre, via e-mail
Calor perigoso
Os desajustes no clima em todo o mundo estão provocando temperaturas extremas aqui, na Região Sul, em Sãu José dos Ausentes de 4,2º negativos, e próximas aos 40ºC na região metropolitana de Nova Iorque, na Costa Leste dos EUA. O prefeito Eric Adams indicou que o calor opressivo será perigoso se medidas não forem tomadas, como muita hidratação e abrigo em centros de refrigeração como as bibliotecas. Adams revelou que cerca de 500 pessoas morrem por ano na cidade, vítimas do calor extremo.
Betina T. de Souza, Porto Alegre, via e-mail