Operação policial
A operação policial nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro, resultando em 121 mortes, sob os pontos de vista humanista, cristão e dever funcional das forças de segurança, observados os objetivos da ordem judicial, foi um fracasso. Não dá para relativizar o número absurdo de vidas ceifadas, sobretudo de inocentes, muitas vítimas de sua cor e da pobreza estrutural e hereditária que os empurra para as periferias do país. Era dever dos policiais protegerem-nas dos criminosos e dos efeitos colaterais de suas próprias ações. O bom policial prende e dispara sua arma como último recurso, no estrito cumprimento do dever legal, em legítima defesa, de terceiros e quando lhe é inexigível outra conduta.
José Carlos Morsch, Porto Alegre, via e-mail
Prefeita brigadiana
Nesta semana, a Comandante Nádia assume a Prefeitura Municipal de Porto Alegre — tornando-se a primeira brigadiana da história a ocupar o cargo. Trata-se de um marco histórico que merece ser registrado e celebrado. Para nós, mulheres, é motivo de orgulho e inspiração ver uma representante feminina chegar a um posto de tamanha relevância na vida pública da capital do Rio Grande do Sul.
Silvana Sauer da Silva, Porto Alegre, via e-mail
A primeira da BM
Como moradora de Porto Alegre, vejo com alegria a posse da Comandante Nádia na prefeitura da Capital gaúcha. É a primeira vez que uma mulher brigadiana assume esse cargo – um fato histórico que merece ser reconhecido. É inspirador ver uma mulher chegar a um posto de tamanha responsabilidade.
Rafaela Silva de Souza, Porto Alegre, via e-mail