Do Leitor

País das impunidades, humanidade, incongruências e demora

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais

País das impunidades

Pelo desespero do ministro Hadad, sua equipe e agitação dos políticos em reuniões extraordinárias, efetivamente o Brasil está sem dinheiro em caixa. O Tesouro deverá imprimir mais moedas e há aumento de tributos à vista. Alguém deverá pagar os rombos da gastação em viagens, emendas parlamentares, despesas e mais despesas dos ministérios. Cortes de verbas na Ilha da Fantasia, nada! Vai continuar a farra de mordomias e o número exagerado de funcionários no Congresso, no Executivo e nos quase 40 ministérios? Aliás, por que não aproveitam e fazem uma reforma administrativa e eleitoral? Com certeza irão conseguir meia centena de bilhões de reais em economias só em Brasília. Isso já equilibraria o fluxo de caixa e fiscal para encerrar o ano no azul, com superávit. É possível que sobre dinheiro para pagar os desvios dos dinheiros de aposentados pelos diversos órgãos, institutos e ONGs que se banqueteavam com os bilhões furtados dos velhinhos aposentados. Até agora, não puniram ninguém, normal no país das impunidades.
Ramiro Nunes de Almeida Filho, Porto Alegre, via e-mail

Humanidade

“A Terra é azul”, disse o russo Yuri Gagarin ao expressar para a posteridade essa rara e fascinante experiência que teve a bordo da Vostok 1, em 1961. Do alto, ele olhava a “beleza da Terra”. A humanidade continua a sonhar alto e a procurar caminhos para adotar uma economia mais sustentável e inclusiva, com ênfase num consumo mais consciente e no uso de energias limpas para deter a mudança climática que ameaça os continentes. Uma tarefa imensa para manter o nosso planeta habitável para as próximas gerações e que depende de ações individuais e de toda a sociedade!
Nety Maria Heleres Carrion, Porto Alegre, via e-mail

Incongruências

Lê-se no Correio do Povo, edição de sábado, que a EPTC envolveu mais de 300 agentes na organização do trânsito durante a realização da Quadragésima Maratona Internacional de Porto Alegre, no último fim de semana. Curioso que durante os temporais cada vez mais frequentes na Capital, quando muitas sinaleiras não funcionam, os motoristas não encontram um agente sequer sinalizando nas movimentadas esquinas das ruas e avenidas. Mas esse exército de agentes e funcionários talvez explique por que 50% do déficit acumulado da empresa se deve à folha de pagamento.
Sérgio Becker, Porto Alegre, via e-mail

Demora

O clamor de muitos em busca de salvamento de suas vidas via Justiça, na compra de remédios ou assistência médica, depara-se com demora e pedidos negados. Como não negam a gastança deste governo com viagens turísticas com o nosso dinheiro?
Renato Mendonça, Cidreira, via e-mail