Parque Harmonia
Terrível o que está sendo feito no Parque Harmonia de Porto Alegre (CP, 5/7). Desmatamento, asfaltamento dos caminhos de terra e a total descaracterização vão afetar o ambiente desenvolvido há tempos em um aterro que ocupou enorme área do Guaíba. Ainda dá tempo de evitar um mal maior.
Benjamin Barbiaro, Porto Alegre, via e-mail
O valor de um professor
Na sociedade em que vivemos, um problema tem tomado força a cada década: a falta de incentivo aos educadores, que enfrentam desafios, como a falta de reconhecimento, de respeito, condições inadequadas de trabalho, altas cargas horárias e salários incompatíveis com sua competência. Um dos principais motivos para essa desvalorização vem do surgimento da tecnologia, em que um simples aparelho pode, muitas vezes, substituir a presença de um professor em uma sala de aula, tirando aquele seu papel único e primordial na educação dos alunos. Para que haja uma mudança nessa delicada situação, é necessária uma transformação cultural na sociedade em relação à educação, resgatando o verdadeiro valor do educador, devolvendo-lhe o respeito e o reconhecimento que merece, havendo políticas públicas que garantam a essa classe um salário digno e boas condições de trabalho. O magistério é a profissão que forma todas as outras, o professor é o mestre que mostra o caminho do futuro através do conhecimento. Já dizia a ativista paquistanesa Malala Yousafzai que um livro, uma caneta, uma criança e um professor têm o poder de mudar o mundo.
Gabriel Erdmann Pereira, São Lourenço do Sul, via e-mail
‘Esqueletão’
Com sua estrutura comprometida por fissuras, desplacamentos e corrosões e em situação crítica há muito tempo, o Edifício Galeria XV de Novembro, conhecido como “Esqueletão” e presente no cartão-postal de Porto Alegre há décadas, deverá ser finalmente demolido. A Prefeitura da Capital vai entregar à Justiça o cronograma sobre a demolição ainda neste mês (CP, 6/7). Esperamos que finalmente e com absoluto cuidado seja dado fim a este prédio que pode estar prestes a desabar. Está na hora de se evitar uma possível tragédia.
Ana Paula R. González, Porto Alegre, via e-mail