Do Leitor

Parques gaúchos, segurança, racismo no esporte, punições e contêineres

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais

Parques gaúchos

Dois geoparques gaúchos são certificados pela Unesco (CP, 25/5). É o Rio Grande do Sul no mapa mundial. Parabéns aos envolvidos, que certamente dedicaram bastante tempo nas pesquisas e enfrentaram a burocracia para atingir esse resultado positivo.
Maria Teresa Möllmann, Porto Alegre, via Instagram

Segurança

Nos tempos de hoje, analisamos a fiscalização do Ministério do Trabalho com inteligência artificial, Internet e todo o conhecimento necessário em prevenção e não existem fiscais de trabalho e saúde do trabalhador em prevenção. Faltam 1.700 funcionários capacitados para vistoriar empresas no Brasil. Décadas são passadas de governos incipientes sem noção de prevenção à vida nos acidentes de trabalho, trajeto e saúde dos trabalhadores. A imprensa faz sua parte: noticia, fiscaliza e principalmente tenta salvar vidas. Os governantes são responsáveis por tudo que acontece nos acidentes, porque deveriam agir com rigor sobre as irresponsabilidades dos autores de não proteção aos trabalhadores.
Marcelino Pogozelski, Porto Alegre, via e-mail

Racismo no esporte

O editorial “De novo, a chaga do racismo no esporte” (CP, 25/5) mostra que essa conversa toda não vale nada se punições severas não forem adotadas contra esses criminosos. Faz tempo que se fala, mas nada de prático é feito.
Everton Falcão, Canoas, via Instagram

Punições

Correto o editorial (CP, 25/5). Está na hora de punir quaisquer insultos racistas nos campos de futebol em todo o mundo, seja onde for.
Alberto W. da Silva, Porto Alegre

Contêineres

Talvez o ataque de vândalos aos contêineres da Capital se constitua numa manifestação de desaprovação ao sistema mecanizado de recolhimento de lixo. Inegavelmente, o sistema apresenta vários problemas. A sua implantação promoveu o descarte de mão de obra, sem que houvesse alguma compensação aos demitidos. Como a higienização é apenas externa, a demora no recolhimento do lixo torna o equipamento fétido. Os contribuintes foram penalizados pela distância até os contêineres. Como nem todo o lixo seco é reciclável, deveriam ser instaladas duplas de contêineres. Como sempre, o contribuinte que erra corre o risco de ser penalizado, mas o que age corretamente nunca é beneficiado. Se este fosse beneficiado (redução no valor da taxa de lixo, premiação, etc), talvez o sistema funcionasse melhor. No entanto, a administração municipal, que conta com milhares de funcionários, alega não ter fiscais suficientes para punir os maus e nem gente para premiar os bons, até porque falta vontade política para fazê-lo.
Sérgio Becker, Porto Alegre, via e-mail