Plínio e sua obra
O Caderno de Sábado deste fim de semana (CS, 7/6) é um convite para conhecer a obra de Plínio Bernhardt, pintor, gravador, desenhista e professor, nascido em Cachoeira do Sul, formado no Instituto de Belas Artes e aluno de Iberê Camargo. Plínio foi diretor do Museu de Arte do RS (Margs) e professor de desenho da Figura Humana no museu, onde lecionou até as vésperas de sua morte em Porto Alegre. O Caderno traz informações para conhecermos um pouco da obra deste grande artista através de um texto de seu filho, José Eduardo Bernhardt, que acompanhou o pai em um período de pintura do teto e outros locais do Theatro São Pedro, às vezes com a companhia da presidente da casa, dona Eva Sopher. O ponto principal da exposição “Plínio Bernhardt: Arte eternizada no São Pedro volta ao Theatro” abre no dia 16 com apresentação de obras de Beethoven, no Foyer do Multipalco Eva Sopher, com entrada franca até 6 de julho. Leiam o texto de José Eduardo e conheçam um pouco da numerosa obra de Plínio na exposição. Valéria S. T. Guarnier, Porto Alegre, via e-mail
Pedágios
É procedente a reivindicação feita pelo bloco “RS Pedágio Não” ao governo do Estado que pede o cancelamento do edital de concessão das rodovias do denominado Bloco 2, com impacto na economia de 32 municípios. Reproduz uma lógica perversa contra usuários e contribuintes. Em vez de repassá-las à iniciativa privada, o lógico a ser feito é investir os R$ 1,3 bilhão de recursos do Funrigs através do Daer em parceria com as prefeituras oneradas por mais pedágios, além dos que já existem. O valor das outorgas destas concessões não reverterá para o fim que as deu origem. Para remunerar as concessionárias, o edital antecipa receitas, privatiza recursos públicos às empresas e socializa o financiamento das obras contratadas com aumento do preço, antecedendo à sua realização que, invariavelmente, é feita ao final do período concedido.
José Carlos Morsch, Porto Alegre, via e-mail
Cobranças mal feitas
Haja coração! “Cavadinha”, “colocadinhas”, “paradinhas” no momento de bater pênaltis em jogo de futebol quase sempre dá errado e consagra o goleiro adversário. Errar três cobranças, em dois jogos, é demais para um atleta, capitão do time. Cito Valdomiro Vaz Franco, jogador do Inter na década de 70, que dava uma “paulada” na hora do pênalti, acertava 99% e fazia o gol.
Heraldo Quesada, Porto Alegre, via e-mail