Do Leitor

Polo naval reativado, manejo na praça e (in)segurança nas escolas

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais

Polo naval reativado

A Petrobras assinou contrato para a construção de quatro navios de transporte de petróleo bruto e derivados. São embarcações do tipo Handy com um investimento de 278 milhões de dólares que irão proporcionar geração de empregos e retomada da indústria (CP, 21/8). O Polo Naval de Rio Grande será reativado e as obras já podem ser iniciadas pela Ecovix, dona do Estaleiro Rio Grande. A notícia é alvissareira e a prefeita de Rio Grande, Darlene Pereira, comemorou a geração de empregos, a movimentação da economia local e o fortalecimento da indústria naval brasileira. Os navios estarão aptos a transportar Diesel Marítimo, Diesel S10, Diesel S500 e gasolina de aviação (GAV). É o desenvolvimento da riqueza esperado para o Estado. Devemos comemorar esta reativação do polo naval e a volta do desenvolvimento ao Estado.
Ramiro A. Santos, Porto Alegre, via e-mail

Manejo na praça

A Prefeitura de Porto Alegre finalizou a ação de manejo de árvores atingidas pela grande enchente de 2024 na Praça da Alfândega, no Centro Histórico, iniciada na semana passada. A intervenção foi realizada por equipes da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (SMSUrb), com acompanhamento da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Urbanismo e Sustentabilidade (Smamus). E, para compensar esta perda, estão previstos plantios de 29 mudas, entre as quais de espécies nativas e mais adaptadas ao clima da capital gaúcha, como paineiras, corticeiras-da-serra e jacarandás. Estas, além de terem forte identidade cultural com o espaço, florescem justamente no período da Feira do Livro. Faço aqui coro com os leitores Adalberto S. da Cruz, Bianca S. Napoli e Joaquim de Lima, os quais desejam que este trabalho seja estendido para toda a cobertura verde de Porto Alegre.
Saul R. D. Silva, Porto Alegre, via e-mail

(In)segurança nas escolas

Uma semana depois da agressão sofrida pela vice-diretora da Emef Morro da Cruz, na zona Leste de Porto Alegre, continuam as mobilizações. Ela teria sido agredida com socos desferidos pela mãe e chutes pela filha e aluna de 14 anos, dia 14. Educadores reivindicaram, nesta semana, mais segurança e melhores condições de trabalho na escola. Episódios como este, que ocorrem em escolas, causam espanto e assustam, pois é inadmissível que professores sejam agredidos por alunos. É preciso proporcionar, através do Estado, mais segurança nos estabelecimentos de ensino e uma mudança na educação em geral. Não podemos agredir nossos professores.
Mário de Souza P. Lima, Porto Alegre, via e-mail