Porto Alegre-esponja
Concordo plenamente com os leitores que se manifestaram favoravelmente aos projetos do arquiteto chinês Kongjian Yu, especialista nas cidades-esponjas para evitar os contínuos alagamentos que se formam até com as precipitações regulares. Cidades que se tornaram impermeáveis por falta de planejamento. Yu morreu aqui no Brasil vítima de acidente aéreo, justamente quando visitava o Pantanal, para aprender ainda mais a conviver com os ciclos da água e devolver espaço à natureza dentro das cidades, como escreveu o leitor Domenico W. Lancaster (CP, 26/12). Devíamos evitar, como salientou a leitora Rosangela Sperb (CP, 5/12), o aterramento de locais por onde as águas escoam naturalmente quando ocorrem as chuvas. Vamos tornar Porto Alegre uma capital-esponja, exemplo para o país?
Maremília C. dos Santos, Porto Alegre, via e-mail
Brigitte Bardot
Acredito ser parte de uma legião de homens nascidos a partir das décadas de 1950 e 60 que agora estão tristes com a morte da verdadeiramente musa, a francesa Brigitte Anne-Marie Bardot, que, por suas próprias palavras, disse, ao abandonar o cinema e filmes como “E Deus criou a Mulher”, que, depois de se dedicar aos homens, iria dedicar-se aos animais. Vá em paz.
Tales da Silveira, Porto Alegre, via e-mail
Dilema
O cenário brasileiro nos remete a um dilema: devemos nos rebelar contra a prepotência e desfaçatez com que saqueiam, mandam, desmandam e impõem impostos e taxas de toda ordem, ou engrossar as ondas de migrantes? A curto prazo, a classe média, o pequeno investidor e empresários autônomos terminarão nas filas de bolsas famílias, à mercê das políticas paternalistas.
Ramiro Nunes de Almeida Filho, Porto Alegre, via e-mail