Do Leitor

Prefeito Villela, até quando? e democracia.25

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais

Prefeito Villela

Ainda bem que podemos buscar no passado recente os bons exemplos de um administrador como o prefeito Guilherme Socias Villela. Basta nos lembrarmos, como aponta o editorial “Legado inestimável de um prefeito” (CP, 1°/8), para trazermos à tona suas preocupações com relação ao bem comum nos oito anos em que esteve à frente da administração municipal. Seu legado? Os parques Marinha do Brasil e Harmonia, as barracas do Brique da Redenção aos domingos e as duas perimetrais que permitem acesso mais rápido a duas áreas diferentes, distintas da Capital, rapidamente. Mais alguns exemplos? A pioneira Secretaria Municipal de Meio Ambiente e a façanha política de obter o respeito e o reconhecimento de colegas de diferentes campos ideológicos e até de rivais em seu trabalho de bem administrar uma grande cidade do porte de Porto Alegre.
Rubens G. de Souza, Porto Alegre, via e-mail

Até quando?

Até quando teremos classes privilegiadas, com aposentadoria integral e salários astronômicos em relação aos assalariados? Mais desvio de verbas, falta de saúde, educação, segurança pública e infraestrutura? Em geral há falcatruas em grandes projetos, mas esta atitude está se proliferando na população. Gastos extravagantes dos gestores tanto federais como municipais, em detrimento da população, em geral gastando bilhões de reais com isso. Que país é este? Poderíamos ser a segunda ou terceira maior economia do mundo, mas hoje em dia o fracasso continua com o desleixo federal. Por isso, como consequência, a miséria e um povo faminto.
Olavo Augusto Moojen Filho, Lagoa Vermelha, via e-mail

Democracia.25

Ainda bem que não estou em Brasília e não sou deputado da oposição, pois há dias o presidente da Câmara dos Deputados os proibiu de trabalhar. Agora, os parlamentares foram proibidos de protestar na Praça dos Três Poderes. Adivinhem por quem? Pelo ministro Alexandre de Morais. Felizmente, estou em Porto Alegre e não preciso me preocupar com os alagamentos, posso protestar na Esquina Democrática (desde que seja contra os EUA), uso o celular na rua, é tranquilo, dirijo com fluidez graças à Empresa Promotora de Transtornos e Confusão, não sou importunado por flanelinhas, não tenho os fios elétricos da casa roubados (a nova moda na Capital gaúcha), e não tenho desconto ilegal na aposentadoria pelo Instituto Nacional Sem Segurança, pois, se o tiver, a Polícia Federal identificará e prenderá rapidamente os ladrões.
Sérgio Becker, Porto Alegre, via e-mail