Prevenção
O inverno está chegando. Há alertas de chuvas fortes devido ao fenômeno El Niño. Porto Alegre está preparada? Não vi drenagem no rio Guaíba. Acúmulos de areia, assoreamento cada vez maior. E as 40 bombas, estão funcionando? Hora de revisar a nossa grande casa. Fazer a lição do dia a dia para nunca mais vivermos 2024. Previsão é o melhor caminho.
Maria Alice Pitta, Porto Alegre, via e-mail
Praças
Somos moradores do Morro Santana e temos duas praças bem dentro do bairro, as praças Carlos Fonseca Amador e José Amador dos Reis. As duas são importantes para nós. A praça José Amador dos Reis, localizada entre os números 320 e 244 da rua Professor Luiz Antônio Lopes, está abandonada há anos. Hoje está com mata em toda ela, a calçada está intransitável, o que força a caminhar na rua com risco de atropelamento a todo momento. Há risco constante de assalto e crianças que saem da escola estão correndo este risco. Tem mato e árvores sem levantamento da copa em toda ela há anos, não tem manutenção e a urbanização que toda praça deve ter nela não existe. Esta praça não está em local de grande visibilidade por ser bem de bairro. Por isso não é atendida? Pedimos à SMAM/Praças atenção a esta demanda, que nunca foi atendida. Só tem praça no nome.
Eduardo Bento Sica, Porto Alegre, via e-mail
Ferrovias em abandono
Passados dois anos da catástrofe climática de 2024, a ferrovia agoniza no Rio Grande do Sul. As autoridades constituídas, e a própria concessionária dos serviços ferroviários no Estado, sequer sinalizam com a possibilidade de recuperar e retomar as operações e atividades nos trechos atingidos. O descaso é completo com a história e a memória ferroviária, que tanto contribuiu para o desenvolvimento e o crescimento do RS.
Ricardo Reischak, Porto Alegre, via redes sociais