Do Leitor

Quadrilátero Central, baixa velocidade, obras no centro, desinformação, alunos reprovados

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Quadrilátero Central

Ainda não consegui entender as obras do centro de Porto Alegre que ainda não foram concluídas. Há mais de dois anos, foram iniciados os trabalhos para melhorar o Centro Histórico, para torná-lo novamente um atrativo para os porto-alegrenses e os turistas. Em algumas ruas, como a General Vitorino, Marechal Floriano e Vigário José Inácio, que formam o chamado Quadrilátero Central do Centro Histórico, as obras foram parcialmente concluídas, pois, com a volta do trânsito normal, ocorreram desnivelamentos que irão precisar de conserto. Na esquina da General Vitorino com a Dr. Flores, buracos foram abertos novamente e o barulho das máquinas não para. Segue madrugada adentro, dando a impressão de que os operários trabalham dia e noite. E não vemos a conclusão.
Marina T. Gonçalves, Porto Alegre, via e-mail

Baixa velocidade

As obras no Quadrilátero Central já retornaram depois dos recessos de Natal e Réveillon. No entanto, em velocidade que não agrada aos comerciantes, moradores e pessoas que circulam pela área. A obra já completou mais de dois anos e parece interminável. As duas quadras da rua General Vitorino já estão prontas, mas, na esquina com a Dr. Flores, há uma obra que já foi aberta pela terceira vez.
Roberto T. da Silveira, Porto Alegre, via e-mail

Obras no Centro

São uma vergonha as obras do Quadrilátero Central de Porto Alegre. Além da demora excessiva na conclusão das obras e da sujeira total do Centro, que prejudicam os transeuntes e o comércio local, é visível a precariedade e a má execução, com o rejunte mal feito e desnivelamento de pisos. Um desastre total.
Aurélio Amorim Neto, Porto Alegre, via e-mail

Desinformação

Há uma fronteira imaginária tênue entre opiniões subjetivas, independentemente das motivações filosóficas, morais, ideológicas, políticas e pessoais que as inspiraram, e fatos e informações reais que atestam sua credibilidade e procedência. Seja em impresso, áudio e vídeo, seja por meios tradicionais e/ou digitais pelos quais se disseminam, impõe-se que haja reciprocidade entre elas, sob pena de transformarem-se em distorções a serviço de narrativas que buscam engajamento para suas causas utilizando-se de desinformações deliberadas, mentiras e desonestidades intelectuais. Qualquer semelhança com a fake news disseminada pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), que mentiu descaradamente sobre a taxação do Pix pelo governo federal, não é mera coincidência.
José Carlos Morsch, Porto Alegre, via e-mail

Alunos reprovados

Os brasileiros precisam de mais trabalho e mais educação. Trabalho tem, falta pessoal capacitado. A última é que alunos que forem reprovados em quatro matérias poderão passar de ano, no ano letivo de 2025. É o fim! Como acreditar no país do Pinóquio?
Mário A. Pizzutti, Porto Alegre, via e-mail