‘Quebra-cabeças do desastre’
Inigualáveis e informativas a capa e as páginas em sequência da edição do +Domingo de 16/6 com a análise e reconstituição sobre o desastre no RS. Dados e informações colhidos aqui, no país e em outros países do mundo serviram para reconstituir as condições que levaram ao maior desastre climático da história do Estado. Até o volume de água que se abateu sobre a Capital foi desconcertante: 300 bilhões de litros de 27 de abril a 31 de maio. E jamais havia chovido tanto desde o começo das medições entre 1910 e 1913. Impressionante a fotografia de Camila Cunha sobre uma via que literalmente se transformou em um rio.
Elenara L. de Souza, Porto Alegre, via e-mail
Dias melhores
A imagem de Fabiano do Amaral e o texto de Paulo Mendes nos trazem uma sensibilidade à flor da pele em “Jatos de sonhos por dias melhores” no +fotocorreio (+Domingo, 16 /6) no sentido de que apesar de atingidos severamente pelas enchentes de maio e agora por uma ameaça constante de episódios semelhantes, com mais chuvas pela frente, temos que nos render à força descomunal da natureza e reagir. O que sobrou e nos atingiu indistintamente deve ser juntado peça por peça e formar novamente a peça inteira, uma vida que não deverá ser a mesma, mas plena para seguir em frente.
Marialva W. Schmidt, Porto Alegre, via e-mail
Recuperar propriedades
O Senar RS precisou contar com imagens de satélite da Embrapa Territorial e cruzá-las com coordenadas do IBGE para ter uma noção de como começar a auxiliar os agricultores que tiveram suas casas e propriedades arrastadas pelas águas. A tarefa partiu da mancha de inundação que atingiu 255 municípios gaúchos. A iniciativa, batizada de SuperAção, será estendida a mais de 12 mil propriedades com parceria da Farsul e da Fetag-RS e orçamento de R$100 milhões da CNA. Tarefa gigantesca, como sinaliza a reportagem.
Rubens G. de Souza, Porto Alegre, via e-mail
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