Rapidez e objetividade
Ao ler as notícias do combate contra a gripe aviária (influenza H5N1) no Correio do Povo, tenho visto a celeridade das autoridades e do setor no atendimento desde o primeiro dia com a demarcação do perímetro a ser delineado para evitar a propagação da doença até os resultados dos exames feitos e os cuidados que devem ser tomados, inclusive com o possível ressarcimento dos produtores que realmente tiveram sérios prejuízos financeiros. Um exemplo para todo o país. Quem dera tivéssemos agido assim com a pandemia e com os cuidados que poderíamos ter tido com a extensão dos estragos consequentes da enchente histórica que nos atingiu um ano atrás. Procrastinamos nas ações de longo prazo, como a manutenção das casas de bombas e nas comportas da avenida Mauá, mas não conseguimos evitar, mesmo com ações imediatas, os prejuízos maiores. Mas agora estamos no caminho certo do aprendizado e de ações rápidas para evitar perdas ainda maiores. Enfim, ao que parece, estamos no bom caminho.
Josué A. C. de Lima, Porto Alegre, via e-mail
Livro de recortes
Parabéns ao Correio do Povo por estar entre nós há mais de um século, levando informações a todos que gostam de ler uma boa notícia e ficarem por dentro do que acontece no mundo. Sou leitora assídua do jornal, principalmente da página “Há um século no Correio do Povo”, que relata muitas histórias sobre a humanidade. Algumas delas eu guardo em um lugar muito especial, em um livro de recortes.
Eliane F. Bettega Lazzari, Campinas do Sul, via e-mail
Direitos dos aposentados
Ao desacerto em mais de 40 anos dos direitos dos aposentados – poupadores nos períodos dos Planos Bresser no governo Sarney e Collor I e II. Pediram reajustes decentes, de acordo com índices econômicos, mas ainda não ganharam. Eles foram vitoriosos em várias instâncias, mas os bancos e o governo recusaram. No entanto, o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou constitucional a petição dos poupadores, mas várias manobras e procrastinações estão enrolando os pobres velhinhos, muitos dos quais já morreram porque não tiveram mais recursos para pagar remédios e planos de saúde. Para tentar sensibilizar o governo federal, escrevo esta carta, pois há milhares de poupadores aposentados na mendicância, devendo e buscando nos empréstimos compulsórios algum dinheiro para sobreviver enquanto esperam o STF pressionar o lobby dos bancos e do governo.
Ramiro Nunes de Almeida Filho, Porto Alegre, via e-mail