Reajustes continuados
Parece que os políticos de Brasília e outras autoridades vivem em outro planeta. Aqui, em Porto Alegre, os custos dos alimentos, remédios, planos de saúde e consultas médicas têm reajustes continuados. Na área do turismo, os aumentos foram maiores, mesmo com placas de descontos de até 50%. Os serviços de mão de obra também encareceram. No entanto, a maioria prefere ficar em casa do que abraçar a demanda de tantos serviços de reformas, pinturas, hidráulica e elétrica nas residências e empresas danificadas pelas enchentes. Não existe nenhuma fiscalização da prática de abuso de preços. Por isso, a impunidade estimula a ganância e as fraudes na maioria das atividades comerciais e serviços. Já passou muito da hora de repensar e cobrar dentro da realidade atual.
Ramiro Nunes de Almeida Filho, Porto Alegre, via e-mail
Descaso na manutenção
Quarenta anos de descaso na manutenção do sistema contra cheias que resultaram em danos públicos. Reforço aqui que são várias administrações e não apenas a atual. A avenida Ipiranga, por exemplo, está com vários locais com desmoronamento e sabemos que agora existe uma infinidade de obras urgentes, emergenciais. Se nada for feito, muito em breve teremos a principal via que corta a cidade de leste a oeste interrompida por bloqueio.
Daniel Jose Diehl, Porto Alegre, via e-mail
Viver a realidade
Concordo com o leitor Andrey Rediees (CP, 19/6) que a grande maioria das pessoas está vivendo como um zumbi, alheia ao mundo real. Orgulho-me em viver a realidade do que se passa no momento atual, prescindindo da tecnologia sempre que posso. Sou da velha guarda e adoro usar o meu raciocínio, a memória, os conhecimentos, conversar com as pessoas e escutar rádio para me manter atualizado e ter opiniões próprias.
Julio Cesar Wurlitzer, Gravataí, via e-mail
Regras básicas
O nosso trânsito é uma verdadeira carnificina em relação aos inúmeros acidentes com motocicletas. Infelizmente, parece que todas campanhas de conscientização pelos órgãos responsáveis não surtem efeito, pois os motociclistas, em sua grande maioria, continuam dirigindo desrespeitando as regras mais básicas de trânsito, como excesso de velocidade, desrespeito às sinalizações e tantas outras. Com tudo isso, não vejo outra solução a não ser decretar uma linha dura com multas altas contra todo esse tipo de desatino, o qual seja atingir o órgão mais sensível, o bolso, pois é atingido o do contribuinte. Os acidentes geram despesas altíssimas com gastos hospitalares.
Jorge Delmar, Porto Alegre, via e-mail