Realismo
Muito realista o texto de Paulo Mendes, "Uma cidade que apaga seu passado". Realista e triste, pois observamos diariamente a transformação de Porto Alegre. Nossa cidade está perdendo, com muita rapidez, seu patrimônio histórico pela destruição consentida e autorizada de seus administradores. Junto com esta destruição de referências, seus habitantes deixam de se identificar com Porto Alegre. E, assim, desaparece nossa memória cultural. Triste cidade, com pouca identidade, pouca memória e repleta de "gigantes de concreto e vidro", que afetam, também, a natureza.
Virginia Moura Fietz, Porto Alegre, via e-mail
Roleta na lotação
Nesta semana, fui surpreendido com uma roleta na lotação que utilizo regularmente. Confesso que não estava sabendo da novidade e ouvi o mesmo da maioria dos que ali estavam para usar o serviço de transporte. Eu era o primeiro da fila e, como ia pagar com cartão de débito, tive que voltar até junto ao motorista. Obviamente, quem ia pagar com o cartão TRI não esperou e já foi tomando lugar, sem respeitar a fila. Além do tumulto na entrada, reparei que a adaptação exigiu a instalação de três – apertados – assentos invertidos. Imagino o sufoco que será quando o passageiro for um cadeirante.
Marcio de Almeida Bueno, Porto Alegre, via e-mail
Orientação
Comentam com Washington Luiz que Getúlio Vargas está sendo dirigido pelos tenentes, o que é perigoso. Retruca o presidente: “Os amigos do Getúlio obrigam-no sempre a ir para o lado que ele quer”.
Paulo de Tarso Riccordi, Porto Alegre, via redes sociais