Do Leitor

Reforma previdenciária, editorial, sobreviventes e capital da Aids?

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais

Reforma previdenciária

Tem razão o leitor Gilsonmar da Costa Martins (CP, 12/7) ao informar que o responsável pela aprovação da Emenda Constitucional foi o Congresso Nacional através dos nossos representantes eleitos e não o STF. Convido a todos a buscarem na Internet o "Resumo da Emenda 103 de 2019, que altera o sistema de Previdência Social”. Além da redução significativa do benefício da pensão por morte, temos também a redução significativa nas aposentadorias e outros itens que só prejudicam os trabalhadores, tanto do RGPS como de regimes próprios. A população só se dará conta destes absurdos na hora de buscar os recursos/benefícios para a sua sustentabilidade. Peço a atenção de nossos gestores públicos para reavaliarem esta reforma.
Roberto Moreira Avila, Porto Alegre, via e-mail

Editorial

Parabéns ao jornal Correio do Povo pelo editorial “Uma proposta nada republicana”, do dia 24/7. Atualmente, poucos têm tido a coragem de criticar a onda de autoritarismo que, cada vez mais, toma conta de nosso cotidiano. 
Luiz Serpa, Novo Hamburgo, via e-mail

Sobreviventes

Casal e duas crianças de Porto Alegre relatam viver na degradação após ciclone de junho (CP, 22/7). Nenhuma pessoa consegue sair de alguma situação se não tiver uma casa decente para se abrigar e descansar, se recompor. Esse seria o primeiro passo em direção a essa família, para depois terem acesso aos outros direitos, saúde, segurança alimentar, trabalho, etc. Mas, nesse momento, eu não saberia dizer como seria esse processo. Talvez a assistência social consiga encaminhar essa família. Se alguém de perto puder auxiliar dessa forma, orientando, talvez algo consiga ser feito, assim esperamos.
Rosane Wolff, Porto Alegre, via Instagram

Capital da Aids?

Enquanto a ONU anuncia a provável erradicação da Aids no mundo em 2030, Porto Alegre e Região Metropolitana têm altas taxas de mortalidade e de gestantes infectadas com HIV. Também é a terceira capital com a mais alta taxa de detecção e pode se transformar na capital brasileira desta doença. Levei um susto ao ler a matéria no +Domingo. O que está faltando por aqui? Informação?
Ana Paula R. González, Porto Alegre, via e-email