Do Leitor

Regional com universalidade e contradição.

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Regional com universalidade

A escritora Letícia Wierzchowski nasceu em Porto Alegre, RS, em 1972. Escreve para adultos e crianças e já recebeu o Prêmio Açorianos e o selo Altamente Recomendável da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ). A trajetória literária de Letícia Wierzchowski é marcada pela versatilidade e pelo aprofundamento em narrativas que entrelaçam história, ficção e realismo fantástico. Sua produção literária compreende, principalmente, romances históricos inspirados em personagens e acontecimentos reais, predominantemente da Região Sul, como a Revolução Farroupilha. Sua prosa se distingue pelo ritmo ágil, pela sucessão de imagens poéticas e pelos ecos do romantismo, que conferem à sua escrita um estilo ficcional cativante. Entre seus livros está “A Casa das Sete Mulheres” (2002). Talvez, quando pensamos na autora Letícia Wierzchowski, essa seja a primeira narrativa que nos venha à memória, principalmente porque a obra foi transformada em minissérie e alcançou grande popularidade. No entanto, quem conhece a produção da autora sabe que existem outras narrativas igualmente belíssimas, como “O anjo e o resto de nós” (1998), “Anuário dos amores” (1998), “Prata do tempo” (1999), “O pintor que escrevia” (2003), “Cristal polonês” (2003) e “Um farol no pampa” (2004). A autora também possui obras mais recentes, como “Desaparição” (2019), “Estrelas fritas com açúcar” (2020), “Deriva” (2022) e "Amanhã será um dia melhor” (2022). Aventure-se a começar pela obra “O pintor que escrevia” e, depois, quem sabe, descubra outras narrativas dessa escritora gaúcha.
Marisa Piedras, Porto Alegre

Contradição

O mundo está diante de uma contradição vergonhosa. Nunca houve tanta tecnologia, tanta riqueza acumulada, tanta inteligência artificial e tanta capacidade de produção. Ainda assim, 800 milhões de jovens poderão chegar ao mercado de trabalho nos próximos 15 anos sem encontrar uma vaga.
Gregório José, Muriaé (MG)