Ressarcimento
Finalmente a União está começando a ressarcir os aposentados e pensionistas que foram furtados em abril. Os R$ 292 milhões virão junto com o benefício de aposentados e pensionistas na data habitual de pagamento. E o instituto está alertando a todos para que fiquem alertas para mensagens de SMS e provavelmente e-mails falsos que podem ser aplicados. O INSS alerta que somente presta informações pelo Meu INSS ou pelas ligações através do 135. Ou seja, temos que nos precaver com mais golpes que podem ser aplicados. Conforme a Polícia Federal, há 41 associações envolvidas e quase 2 milhões de pessoas já divulgaram que não reconhecem os débitos em seus benefícios. Em quem poderemos confiar plenamente? Os pagamentos serão realizados até o dia 6 de junho. Para obter novamente de volta o valor de mensalidades associativas antigas, o aposentado ou pensionista deve informar ao INSS se não tiver autorizado o débito em folha, somente pelo Meu INSS, pelo telefone 135, ou por atendimento presencial nos Correios a partir do dia 30. Espero que possamos confiar nos administradores do país a partir de agora, em mais um voto de confiança.
Lauder S. Santarrosa, Porto Alegre, via e-mail
Quadrilátero liberado
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o Iphan, voltou a liberar a realização de serviços no único trecho que ainda estava pendente nas obras de revitalização do chamado Quadrilátero Central do Centro Histórico de Porto Alegre. A liberação foi para o cruzamento das Rua dos Andradas com a General Câmara e o Largo dos Medeiros próximo à Praça da Alfândega. Os trabalhos começaram em maio de 2022 com conclusão prevista para 2023, orçada em R$16 milhões. No entanto, com o passar dos anos foi novamente orçada em R$ 24 milhões. O passeio público foi aumentado e as vias tornaram-se mais estreitas devido ao estacionamento de carros. Outro problema a ser enfrentado pelas autoridades.
Valéria S. T. Guarnier, Porto Alegre, via e-mail
‘Colapso silencioso’
Tente imaginar, não estando doente, a aflição que é estar com problemas de respiração e febre alta ou acompanhando alguém doente assim em um hospital que está sem leitos. Você pode ficar um, dois dias ou mais sem poder descansar em meio a uma superlotação hospitalar. É um desespero que não consigo imaginar. O Sindicato Médico do RS (Simers) realizou vistorias e detectou neste cenário de superlotação diária um “colapso silencioso”. Cuidem-se, façam as vacinas disponíveis e não fiquem doentes, por favor.
Renata Y. da Costa Monteiro, Porto Alegre, via e-mail