Do Leitor

Retomada do Trensurb, ferrovias atingidas e ‘ferrovias precárias’

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais

Retomada do Trensurb

Finalmente o trajeto total da Trensurb até o Centro Histórico deverá ser liberado até o dia 24, segundo previsão da empresa. Feito isso, conforme a reportagem de Felipe Faleiro (CP, 6/12), teremos, finalmente, depois das enchentes de maio, o retorno dos trens ao trajeto completo a partir de Novo Hamburgo. E, para evitar novos impactos de eventuais cheias, a construção de um novo prédio de dois andares, ao lado da comporta 14 do sistema de pressão contra cheias com os painéis de controle da casa de bombas e os geradores.
Roberto T. da Silveira, Porto Alegre, via e-mail

Ferrovias atingidas

Não foram somente as rodovias que foram destruídas com as enchentes de maio. As ferrovias também foram duramente atingidas pelas águas e o Estado ficou sem ligação ferroviária com o restante do país. As “estradas de ferro” estavam sendo usadas para deslocamentos de produção e de matérias-primas da indústria. Segundo a reportagem de Cristiano Abreu (+Domingo, 8/12), milhões de toneladas de grãos, fertilizantes, combustíveis, cimento circulavam por via ferroviária anualmente. O texto também me fez viajar e recordar dos tempos em que, além do transporte da produção de grãos, as locomotivas transportavam pessoas por todo o RS. Muito viajei de Maria-Fumaça do Interior para Porto Alegre com os meus avós.
Joaquim D. Soares, Porto Alegre, via e-mail

‘Ferrovias precárias’

A reportagem de capa do +Domingo (8/12) fez-me recordar dos trens em que viajei durante vários anos. Primeiro foi a Maria-Fumaça, depois o Minuano, à noite, e outros dois, o rápido Carro-Motor e o mais moderno deles, o trem Húngaro. Lembram?
Betina T. de Souza, Porto Alegre, via e-mail