Revolução Farroupilha
Saber o almejado e buscar alcançar, sem temor, caminho sempre a ser trilhado. A sociedade do medo não logre espaço! O Regime Imperial, com centralização total das decisões, impunha exacerbados impostos ao setor primário da nossa Província. Nossos irmãos do ontem, com liderança forte, depois de exaustivos contatos, aglutinaram-se e foram para a luta. A Revolução Farroupilha, denominação consagrada na História, sob a liderança do inesquecível Bento Gonçalves da Silva, tendo a preciosa companhia de David Canabarro, Souza Neto, Giuseppe Garibaldi e Anita Garibaldi, entre outros, mesmo sabendo do poderio do adversário, pegaram em armas, precárias e reduzidas, e foram em busca do pretendido. Longos 10 anos, quase, de 20 de setembro de 1835 a 1845 com batalhas duradouras e sangrentas. Sabiam que a situação, para ser alterada, só tinha esse caminho! Tão marcante o movimento que, para chegasse ao fim, o imperador encaminhou, buscando acordo, o respeitável Duque de Caxias. Comemoremos com entusiasmo, como ao longo dos anos, o movimento aludido. Mais do que isso, porém, estejamos unidos, propondo e defendendo, sobretudo, medidas que nos servem, sem hoje pegarmos em armas, mas com ideias claras, objetivas, para criação de uma sociedade justa e perfeita. Forte quebra costela às prendas e peões de todas as querências.
Jorge Lisbôa Goelzer, Erechim, via e-mail
Perdendo a noção da empatia
Vivemos em uma sociedade em que, cada vez que lemos uma notícia nas redes sociais, temos tragédias. Sinceramente, o mundo não está mudando, mas sim as pessoas. Eventualmente, estamos perdendo a noção, e quanto à empatia? Onde está o amor ao próximo que ouvíamos quando jovens? Sinto-me decepcionada, um mal-estar de ver tantas situações terríveis acontecendo ao nosso redor. Provavelmente, nem conhecemos ou imaginamos todas as atrocidades que acontecem. Aliás, há desrespeito, há implicância sem motivo aparente, ou melhor dizendo, não tendo explicação para isso no primeiro momento. Por consequência, essas atitudes causam discussões, mal-entendidos, querendo ou não, deixando a pessoa mal, principalmente mentalmente. A violência nem sempre é física, podendo ser também psicológica, dessa forma, prejudicando ainda mais o indivíduo. Enfim, percebe-se que é preciso mais respeito, empatia com os demais, mesmo sem conhecê-los ou em um relacionamento de amizade.
Ketlin Alves Grimm (Etesi), São Lourenço do Sul, via e-mail
Fora do ar
Todos os serviços de uma operadora saíram do ar no dia 13. Conforme os atendentes, retirei o contato da tomada, esperei 10 segundos, liguei de novo e nada de sinal. Repeti várias vezes e nada. Por meio do celular, liguei para a operadora e, depois de ouvir toda a "ladainha" do robô, a espera para falar com atendente era de 15 minutos e, quando estava em 32, desisti, pois já estava estressado da música chata e o robô dizendo: "Já vai ser atendido". Nota-se que é sempre nos fins de semana que acontecem estes lamentáveis cortes de sinal.
Heraldo Quesada, Porto Alegre, via e-mail