Do Leitor

‘Símbolo do atraso’, dois sobreviventes, matas galerias e direitos humanos

Chamadas Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais

‘Símbolo do atraso’

Tem absoluta e total razão o título do Correio do Povo "Começa, mais uma vez, o fim de um símbolo do atraso" (CP, 5/9). O apelido do edifício Galeria XV de Novembro não poderia ser outro, pois o "Esqueletão", adornou o Centro Histórico, entre as ruas Marechal Floriano Peixoto e Otávio Rocha, ao lado de prédios importantes como a Prefeitura de Porto Alegre, o Mercado Público e a Praça XV de Novembro com a sua feiura indicando esse atraso durante décadas. Parece que agora será definitivo, pois a demolição estava embargada desde fevereiro deste ano pela Superintendência de Porto Alegre do Ministério do Trabalho e Emprego, que, a partir de agora, irá supervisionar de forma contínua. Até que enfim!
Renato B. de Sousa, Porto Alegre, via e-mail

Dois sobreviventes

O Caramelo e a Tordilha fizeram história. O Caramelo, à espera de socorro nas enchentes, encontrou ombro amigo. A elegante Tordilha puxava charrete. Era manhosa. A cada subida empacava e levantava as patas dianteiras. Ficava num terreno onde havia abelhas. Um dia enroscou-se em arames e alcançou as caixas de abelhas, que a crivaram de picadas. Tonta, foi amarrada numa árvore onde andava em círculos. Coloquei um balde com milho, outro com água. Ela recuperou-se e, mais tarde, foi levada para um local adequado.
Nety Maria Heleres Carrion, Porto Alegre, via e-mail

Matas galerias

Precisamos com urgência devolver as matas galerias dos nossos rios. A eliminação delas, como disse o leitor Paulo Neves (CP, 3/9), maximizaram as tragédias que vivenciamos. Não precisamos de mais tragédias e sim de ações.
Roberto T. da Silveira, Porto Alegre, via e-mail

Direitos Humanos

Espero que a Comissão Especial, recentemente reiniciada pelo Ministério dos Direitos Humanos para avaliar perseguições políticas, analise a situação das pessoas presas em 8 de janeiro e condenadas pela prática do crime de "golpe contra a democracia".
Luiz Serpa, Novo Hamburgo, via e-mail