Serviços essenciais
O argumento de que os serviços públicos essenciais como educação, saúde, água, luz devem ser privatizados porque deficitários é mera falácia. Esses serviços foram criados não para dar lucro mas para servir a população. Torna-se evidente que podem ser deficitários e precisam de aporte de caixa. A pergunta que fica: quem os arrebatou não vislumbrou lucro no negócio? E mais, qual a "mágica" para que isso, o lucro, pudesse acontecer?
Sebastião Cruz, Passo Fundo, via e-mail
Carnaval fora de época
O Carnaval é o maior evento da cidade de Uruguaiana, contando com estrutura adequada e segurança reforçada. Será realizado de 20 a 22 de março. Esperam-se muitas alas de foliões no chão da avenida. A cidade está preparada para receber os muitos turistas que a visitam nessa época. Esses turistas aproveitam para fazer compras nos free shops, que vendem em reais e de forma parcelada.
Laura Antunes de Souza, Uruguaiana, via e-mail
Mais funcionários
A administração federal tem 39 ministérios, mas, quando o RS enfrentou sua maior enchente da história, o presidente Luís Inácio (PT) criou o temporário Ministério da Enchente/RS. A administração do RS tem 24 Secretarias, mas, agora, voltando da Holanda, o governador Eduardo Leite (PSDB) anuncia a criação de uma estrutura específica para a previsão e o enfrentamento de cheias. Lembre-se que, na época da promessa de construção do metrô da Capital pela dupla Dilma/Fortunati, foi criado um escritório com dezenas de técnicos e assessores, que funcionou até depois da frustrante notícia de abandono do metrô. Talvez seja oportuno perguntar o que fazem os milhares de técnicos e funcionários desses ministérios e dessas secretarias? Afinal, nós, contribuintes de altos impostos sem o devido retorno, sustentamos Executivos paquidérmicos, o Congresso mais caro do mundo e um Judiciário caríssimo e de discutível eficiência.
Sérgio Becker, Porto Alegre, via e-mail
Nakba
Em complemento à relação dos acontecimentos difíceis de se imaginar, citados pela leitora Luísa Machado (CP, 27/2), acrescentaria a Nakba, a catástrofe do povo árabe que vivia na Palestina em 1948.
Luiz Antonio dos Santos, Porto Alegre-RS
Obras no Centro
São uma vergonha as obras do quadrilátero central de Porto Alegre. Além da demora excessiva na conclusão das obras e a sujeira total do Centro, que prejudicam os transeuntes e o comércio local, é visível a precariedade, a má execução e a péssima e baixíssima qualidade do serviço realizado, com o rejunte mal feito e desnivelamento de pisos. Um desastre total essas obras!
Aurélio Amorim Neto, Porto Alegre, via e-mail
Calçada
Na avenida Protásio Alves, defronte ao 4925, na calçada, abriu-se um pequeno buraco há alguns meses, mas, com as chuvas torrenciais dos últimos dias, a calçada do entorno do buraco, começou a ceder. Solicito à Prefeitura de Porto Alegre, através do órgão competente, que faça uma vistoria naquele local.
Heraldo Quesada, Porto Alegre, via e-mail