Do Leitor

Tarifaço, paz no trânsito e não poluir x pré-sal

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais

Tarifaço

Intranquiliza-nos a decisão do presidente dos Estados Unidos em implantando o que se convencionou chamar de tarifaço. As relações comerciais, sem entrarmos em discussões políticas, têm sido fecundas, reciprocamente, no decorrer dos anos. São históricas e bem sucedidas! É verdade que mais importamos do que exportamos. Princípio consagrado, mais imposto produtos encarecidos. Se os artigos brasileiros com exagerada tributação, indiferente a origem, como ninguém pode operar com prejuízo, é evidente que chegarão aos Estados Unidos extremamente encarecidos. Haverá, sem discussão a propósito, busca de outros países para negociações. Constituir-se-á na consolidação de novas relações. Inobstante, contatos entre os presidentes, de forma direta ainda não, precisam ser insistentemente buscados. Pois nada, a não ser a morte, definitivo. Vale dizer, assim como implantada a medida angustiante, pode ser a qualquer momento tornada sem efeito. Logo, diálogo sem agressividade é o caminho recomendável.
Jorge Lisbôa Goelzer, Erechim, via e-mail

Paz no trânsito

As autoridades não têm encontrado, por mais que busquem, a fórmula da paz no trânsito e são muitos os acidentes que poderiam ser evitados caso essa fórmula existisse e muitas vidas seriam salvas. Não temos estradas compatíveis com a evolução dos automóveis e não temos condutores aptos em habilidade de condução nem psicológica. As polícias rodoviárias e os equipamentos fixos das estradas focam em punir através de multas que não evitam acidentes e, portanto, não salvam vidas humanas.
Edson Mendes, Caxias do Sul, via e-mail

Não poluir x pré-sal

Não consigo entender essas questões que envolvem a necessidade de não poluir para evitar o aumento da temperatura no planeta e a violência do clima, se continuarmos a explorar o petróleo aqui no Brasil. A petroleira britânica BP Energy, que explora petróleo na bacia de Santos, no litoral do Rio de Janeiro, está festejando a descoberta de um depósito com extensão superior a 300 quilômetros quadrados, área similar à extensão da cidade de Fortaleza, com 313 quilômetros, distante 404 quilômetros da costa do Rio de Janeiro, a uma profundidade de 5.855 metros. Não deveríamos evitar a queima de combustíveis fósseis? Vamos trocar a nossa existência e o futuro do planeta por alguns milhões de dólares?
Mariana S. do Nascimento, Porto Alegre, via e-mail