Tecnologia x furto de cabos
Será que a tecnologia vai realmente acabar com essa praga que é a ação criminosa contra o cidadão que fica sem energia? Eu acredito que sim e todas as pessoas que já sofreram também, pois o problema compromete e muito a qualidade do serviço elétrico. A CEEE Equatorial está apostando na nanotecnologia para reforçar a segurança da rede elétrica, o que permite rastrear o material furtado. O diretor de segurança da empresa, Johnathan Costa, informa que é criado um DNA identificável mesmo depois de grandes alterações (CP, 13/8). Entre 2022 e 2024, foram contabilizadas mais de 14 mil ocorrências de furto ou vandalismo na rede. Somente no ano passado foram registrados 3.197 casos. Além de impactos financeiros, a retirada de cabos compromete o fornecimento de energia, afeta hospitais, escolas, transporte e a vida de milhares de pessoas. Em Porto Alegre, foram 1.240 ocorrências em um ano. No Litoral Norte, 145 km de rede foram perdidos, prejudicando 345 mil clientes. Este ano foram 19 operações no RS, com 18 presos por envolvimento em furtos ou receptação de fios.
Renata Y. da Costa Monteiro, Porto Alegre, via e-mail
Canola favorece apicultura
Vejam só que belo exemplo da natureza e como são infinitas, no modo de dizer, as possibilidades na agropecuária, pois o cultivo da canola favorece a apicultura, a criação de abelhas que produzem o precioso mel (CP, 4/8). A contribuição ocorre principalmente em períodos de escassez de floradas, no inverno, quando a atividade do inseto é reduzida. Nesta época, as flores amarelas da oleaginosa garantem alimento para as abelhas, sendo que as operárias contribuem para a polinização cruzada das plantas, facilitando a fixação das flores e elevando a produtividade final.
Elenara L. de Souza, Porto Alegre, via e-mail
Contra a violência
Que maravilha a iniciativa da Defensoria Pública do RS, que organizou um mutirão para atendimento às mulheres vítimas de violência doméstica em Porto Alegre. O projeto Defensoria para Elas prevê o encaminhamento das vítimas para espaços como casas-abrigo e proteção. Ao mesmo tempo, são feitas inserções em rádio, TV e jornais para informar e incentivar denúncias.
Marialva W. Schmidt, Porto Alegre, via e-mail