Do Leitor

Tempo perdido, enchentes no RS e atestado médico

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais

Tempo perdido

Foram-se há muito tempo as campanhas eleitorais que traziam consigo ideias, projetos, discussões sobre Política com ‘p’ maiúsculo. Hoje, presenciamos acusações, delírios, mentiras, e a disseminação do ódio contra adversários ou segmentos políticos. Os políticos e seus partidos perceberam que os eleitores não exigem discussões em torno de projetos e da exequibilidade dos mesmos. Logo, passaram a deixar de lado completamente o que poderiam e deveriam fazer caso fossem eleitos. Os eleitores em geral não pesquisam quem são os candidatos e o que já fizeram na vida ou na política, o que facilita os enganadores no caminho da eleição.
Rafael Moia Filho, Bauru (SP), via e-mail

Enchentes no RS

O professor Rualdo Menegat tem que ser escutado e as pessoas têm de fazer o que ele tem para dizer. Concordo com o leitor Eduardo Bento Sica (CP, 1°/6). Coordenador do Atlas de Porto Alegre, o professor pretende mostrar o poder das águas. Hoje temos o Guaíba como nosso manancial de vida. Ele vivia tranquilo em sua extensão natural. Oitenta e três anos atrás já diziam que a ocupação irregular era o grande motivo da cheia de 1941 fazer o estrago que fez. Hoje aumentaram os aterros para obras e áreas de lazer. Os afluentes do Guaíba também estão na mesma condição. O estrago veio como dominó e derrubou tudo o que estava nos locais que os rios ocupavam.
Valéria S. T. Guarnier, Porto Alegre, via e-mail

Atestado médico

O atestado médico é um documento disponibilizado ao paciente quando este está incapacitado para suas atividades laborais. A grande maioria das empresas e até órgãos oficiais exige o código internacional de doenças conhecido como CID. É importante esclarecer que a enfermidade só pode ser exposta com autorização do paciente. O Cremers deveria fazer uma campanha neste sentido, a fim de que todos tenham consciência da ilegitimidade desta exigência.
Marco Paulo Farinha da Rosa, Porto Alegre, via e-mail