Do Leitor

Tradição farroupilha, ser gaúcho e goleiro.

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Tradição farroupilha

No Acampamento Farroupilha, aqui em Porto Alegre, tivemos o prazer de assistir a diversos shows gauchescos, de muito alto nível, principalmente às danças do grupo Raízes do Sul. Uma juventude linda, com indumentária belíssima e adequada, e com uma coreografia perfeita. E, para nossa surpresa, esse grupo nem era do Interior, mas de nossos irmãos do bairro Bom Jesus. As garotas lindas, impecavelmente vestidas, e os rapazes com um garbo de verdadeiros gaúchos.
Alice Maciel, Porto Alegre

Ser gaúcho

Ser gaúcho não é endereço. É essência. Levo o Rio Grande no peito. Ser gaúcho não é só nascer no mapa. É um estado de alma. É sentir o cheiro de chuva no Pampa, mesmo morando longe. É o coração bater mais forte quando toca um hino, quando passa uma cavalgada, quando alguém fala "tchê" no meio da multidão. A gente pode estar a pé, a galope ou a 10 mil pés de altura num avião. Pode estar no Morro Santana, em Porto Alegre, ou do outro lado do mundo. O gaúcho não se abandona. Ele se leva. Eu levo. Levo o Rio Grande no peito. Não no bolso. No peito. Com sua história que não se apaga, com a cultura que me criou, com a tradição que me ensinou respeito, palavra e chimarrão compartilhado. E com aquela marca invisível, mas que todo mundo vê: “RS gravado no coração”.
Eduardo Sica, Porto Alegre

Goleiro

Acho que o resultado de Palmeiras 0 x Weverton 0 deve ser repensado, melhorando o salário de nosso goleiro. Se não fosse ele, acho que, no mínimo, mais três ou quatro partidas tínhamos perdido. Vamos diminuir um pouco do Renato, por exemplo, e aumentar o dele. Vocês não acham que ele merece?
Mario A. Pizzutti, Porto Alegre