Do Leitor

Trajetória responsável, ‘sesteada’ e distribuição de alimentos

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais

Trajetória responsável

A vida é feita de escolhas. A gente decide a quem namorar, com quem e quando casar, exemplos singelos. No percorrer caminhos, dispensável dizê-lo, pode optar pela prática do bem ou do mal. Sempre posição pessoal, não de terceiros. A sociedade é composta por todos. Em se encaminhando para o exercício do mal, gerando ações inaceitáveis, passível de punição, não pode terceirizar responsabilidades, colocando-se como vítima do resultado produzido. A trajetória é de cada um, não do outro. Seguiu caminho impróprio, assuma com exclusividade. Cada ser humano, destarte, responsável pelos seus atos. Até podendo ser vítima, claro, quando agredido, ludibriado, roubado. O ladrão não é vítima da pessoa de quem roubou, nem da sociedade, como o traficante não é vítima do usuário de drogas a quem explora. Que bom se todos optássemos pela prática de trajetória fecunda, produtiva, tendo o bem como alicerce.
Jorge Lisbôa Goelzer, Erechim, via e-mail

‘Sesteada’

Sobre a Campereada “Não nos tirem o direito adquirido da sesteada” (CP, Rural, 2/11): apoio a sesta, aliás ninguém tem que se meter nestes minutos de paz, de conversa consigo mesmo. Eu adoro tirar meia hora de diálogo com meus botões, quando faço uma caminhada de 10 km. Volto e me estendo na poltrona com as pernas mais elevadas e tiro uma soneca de 20 a 30 minutos. Beleza, recupera bem.
Ivone Cassol, Porto Alegre, via e-mail

Distribuição de alimentos

O projeto de lei que trata da distribuição de alimentos na Capital, tramitando na Câmara Municipal, tem vários pontos positivos. Infelizmente as redes sociais destroem qualquer tipo de debate que deveria ser tratado nesta casa, que é o fórum mais adequado.
Silvana Sauer, Porto Alegre, via e-mail