Transformadores de energia
Os transformadores de energia elétrica instalados nos postes, localizados ao longo da avenida Caldas Júnior, em Tramandaí, encontram-se infestados por inúmeros ninhos de caturritas, tornando-se uma verdadeira praga dos transformadores e, em consequência, trazendo enormes prejuízos aos consumidores de energia elétrica e principalmente para a CEEE: 1. Estes ninhos são compostos por gravetos e palha seca, envolvendo e ocupando todo o transformador; 2. Desta forma, estes transformadores não possuem ventilação adequada, esquentam bastante e as consequências são explosões ou incêndios nos transformadores; 3. Há imediata interrupção de energia elétrica para inúmeros consumidores de energia elétrica, bem como prejuízo para a companhia na remoção do equipamento danificado e colocação de novo transformador, gerando custos tanto para os consumidores quanto para a empresa. A solução prática, simples, de custo baixo: bastaria a CEEE instalar, ao redor de cada transformador, uma tela de nylon, impossibilitando que as aves façam seus ninhos. Outra solução seria as fábricas de transformadores, para, desde já, adotarem esta sistemática de instalação das redes nos novos transformadores.
Lauro Elemar Pfeifer, Tramandaí, via e-mail
Capão da Canoa
Impressiona, nos últimos anos de veraneio, em Capão da Canoa, a agressão desenfreada que sofrem as dunas da praia. Há também o acúmulo de lixo, o que é revoltante e revela a falta de consciência ambiental em parte dos veranistas, ambulantes e quiosques. A beira da praia é limpa diariamente, mas as dunas, além do acúmulo de lixo, sofrem agressões permanentes, sendo usadas, inclusive, como banheiro público. A vegetação e a fauna carecem de proteção, pois são pisoteadas sem perdão. É necessário mais pontos de banheiros químicos, chuveiros e mais passarelas para proteção das dunas. As autoridades precisam agir, salvar a praia enquanto é tempo. Quem sabe apostar nas crianças com disciplina ambiental desde o ensino fundamental, pois até aqui nada ou pouco aprendemos?
Sepé Tiarajú Rigon de Campos, Capão da Canoa, via e-mail
‘Campereada’
Lembranças do amanhecer relatadas por Paulo Mendes nos fazem viajar e relembrar sons e paisagens que cada vez são mais raras (CP, Rural 19/1). As cidades crescem desordenadamente. Não se preserva o mínimo da Mãe Natureza. Cortam-se árvores (pois sujam com a queda de suas folhas). Sinto-me privilegiada. Onde moro, plantamos árvores, onde passarinhos fazem seus ninhos. Temos uma hortinha, gramado. Vemos sábias, joões-de-barro, canarinhos, etc. tomarem banho numa "banheira". O gavião carcará sobrevoando, o bando de maçaricos voltando para casa com sua formação linda de voo. Mais natureza, pois purifica o ar. Menos asfalto, pois impede a absorção da água das chuvas. A natureza agradece.
Rosangela Sperb, Gravataí, via e-mail