Do Leitor

Trensurb, morte do PM, crise moral?, e futebol

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais

Trensurb

Complementando a correta colocação do leitor Sérgio A. S. Caminha (CP, 29/6), vou além. Por quê não fazer uma linha do Trensurb até as praias? Somente dois trilhos. O trem vai e volta pela mesma via. Poderia ser utilizado o canteiro central da freeway, que ao meu ver não tem muita utilidade. Imaginem como iria aliviar a cansativa ida para as praias nos finais de semana, sem considerar as pessoas que vivem na orla e que devem vir a Porto Alegre.
Roberto André, Porto Alegre, via e-mail

Morte do PM

No artigo "Um tiro no peito", de Paulo Franquilin (CP, 29/6) não tem como não ficar triste em todo relato sobre a morte do sargento PM Fabiano, que foi morto em Caxias do Sul. Milhares de mortes em uma guerra viram estatística, uma é tragédia. Dá nome, sobrenome, endereço, seus afetos, sua vida em detalhes, como vivia na sua interação do bem com a família, amigos e comunidade. Passam dias, a página é virada, cai no esquecimento, mas os familiares ficam com o luto, a cicatriz da dor que vai sempre estar ali todos dias com o vazio deixado. Cabe a nós como recebedores da segurança, valorizar os policiais que nos protegem e sempre lembrar deles, que correm risco de vida por nós. São muitas vezes cobrados quando o lado do mal cai em óbito. Sendo assim, pensam muitas vezes antes de agir com rigor e então o meliante fica em vantagem por ser reativo agindo sem pensar e logo vai atirando. Que os nossos policiais tanto civis como militares sejam abençoados.
Eduardo Bento Sica, Porto Alegre, via e-mail

Crise moral?

Nem a pandemia nem as catástrofes climáticas conseguiram mudar a mentalidade que se instalou nas pessoas, muitas de boa índole, a partir da chamada polarização política. Opções de peso ficaram isoladas, esquecidas e inertes por conta da visão antagônica e a cegueira política. Não se viu solução nem crescimento nem evolução social, pelo contrário, famílias se dividiram, amizades se desfizeram e continuamos como cachorros correndo atrás do próprio rabo, na verdade como bobos da corte.
Edson Mendes, Caxias do Sul, via e-mail

Futebol

Tenho assistido a jogos de futebol na TV sem som. O motivo é que ou eu não entendo mais nada de futebol nos meus 75 anos ou os narradores e comentaristas estão assistindo a outro jogo.
Jaime Pacheco Alves, Atlântida Sul, via e-mail